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Programação



Quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Sexta-feira, 27 de setembro de 2019
Sábado, 28 de setembro de 2019
Domingo, 29 de setembro de 2019
Segunda-feira, 30 de setembro de 2019



• Quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Horário Atividade Sala
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C11 - Utilizando a Abordagem de Narrativas em Dispositivo Grupal para a Formação, Gestão do Cuidado e em Intervenções em Saúde. (26/09 - 08:30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
Curso Pré-Congresso
C11 - Utilizando a Abordagem de Narrativas em Dispositivo Grupal para a Formação, Gestão do Cuidado e em Intervenções em Saúde. (26/09 - 08:30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
A dinâmica da sociedade contemporânea, pautada pelo individualismo, intolerância às diferenças, violência e banalização do sofrimento humano, tem produzido grandes desafios para o exercício do cuidado. Nos serviços públicos de saúde no Brasil, essas questões somam-se a um contexto desfavorável a espaços de escuta dos usuários e de discussão/reflexão pelos profissionais sobre seu trabalho, uma vez que se veem, simultaneamente, diante da pressão da demanda, da insuficiência de recursos e de exigências crescentes de produtividade. Estas últimas pautadas numa lógica gerencialista, que desconsidera a complexidade da produção do cuidado e os desafios inerentes a práticas de saúde pautadas na relação com a dor, o sofrimento e a morte.
Considerando essas questões, o curso tem como objetivo geral oferecer uma introdução a um instrumental teórico-metodológico e operacional voltado para a construção de espaços de elaboração das situações cotidianas e do sofrimento vivenciados nos processos assistenciais e de gestão, contribuindo para a busca de sentidos para o trabalho e possibilidades de enfrentamento dos problemas. Como objetivos específicos, propõe-se: 1) problematizar as dimensões intangíveis do cuidado e seus desafios; 2) apresentar as bases metodológicas da abordagem clínica-psicossociológica/psicanalítica e a abordagem de narrativas para o trabalho com grupos em serviços de saúde; e 3) discutir exemplos de narrativas, o contexto assistencial/ institucional a que se referem e o processo grupal em que foram produzidas.
Metodologia/Estratégia Pedagógica: exposições, debates, leitura e discussão de narrativas em grupo.
Público alvo: profissionais de saúde, gestores e representantes de movimentos sociais.
Vagas: 30 alunos.

Coordenadora: Marilene de Castilho Sá - ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA SERGIO AROUCA/FIOCRUZ (RJ)
Coordenadora: Lilian Miranda - ENSP/FIOCRUZ (RJ)
CCM-P4A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C16 - Saúde da Mulher numa Perspectiva Feminista (26/09 - 08:30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
Curso Pré-Congresso
C16 - Saúde da Mulher numa Perspectiva Feminista (26/09 - 08:30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
O Coletivo Feminista sexualidade Saúde é uma Organização Não Governamental, que desenvolve desde 1981 um trabalho com especial foco na atenção primária à saúde das mulheres, a partir de uma perspectiva feminista e humanizada. A metodologia no Mini Curso seria contextualização histórica sobre a dimensão da saúde no movimento feminista no país e no mundo, compartilhar da experiência e modelo de consulta do Coletivo Feminista e discussão sobre a atualidade do tema e propostas de enfrentamento coletivo para os próximos anos de questões relacionadas às iniquidades em saúde oriundas das opressões de gênero.

Coordenadora: Thais Machado Dias - ONG: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde (Brasil)
CCM-P1 2º andar-(60 paxs)
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C15 - Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência a Partir de uma Abordagem Interseccional e Pautada nos Direitos Humanos.
Curso Pré-Congresso
C15 - Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência a Partir de uma Abordagem Interseccional e Pautada nos Direitos Humanos.
A proposta deste minicurso é abordar as perspectivas conceituais e políticas do debate acerca da deficiência pela saúde coletiva brasileira. A formulação de políticas de saúde voltadas para as pessoas com deficiência tem incorporado as bandeiras defendidas pelos movimentos sociais desse segmento em nível internacional e nacional, a partir das influências da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), da Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD) e da Lei Brasileira da Inclusão (LBI). Vivemos atualmente o desafio de implantar a Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência (RCPD) no SUS, que busca ampliar, qualificar e diversificar estratégias para a atenção à saúde da pessoa com deficiência, promovendo, com base no princípio da intersetorialidade, a equidade e o respeito aos direitos humanos e à sua autonomia e independência. Dentre os objetivos específicos da RCPD citamos o desenvolvimento de ações de prevenção e identificação precoce de deficiências na infância e vida adulta, a promoção de mecanismos de formação permanente para profissionais da saúde, incluindo a oferta de informações sobre direitos das pessoas com deficiência, medidas de prevenção e cuidado e os serviços disponíveis. A atenção à pessoa com deficiência a partir da intersecção com categorias como gênero, raça, sexualidade, geração e classe, dentre outras, também se constitui em outra estratégia, sendo esta um desafio sobre o qual este minicurso pretende dialogar. Outro objetivo específico é refletirmos as práticas de cuidado em saúde coletiva a partir da adoção da proposição de uma abordagem biopsicossocial de avaliação da deficiência.

Coordenadora: Stella Maris Nicolau - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO - Baixada Santista (SP)
Coordenadora: Anahi Guedes de Mello - UFSC (SC)
Coordenadora: Francine - IPEA & FIOCRUZ (Brasil)
CCS-610 Bloco Doralice 60
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 35 - Teoria da Afrocentricidade: Caminhos e Possibilidades na Educação em Saúde da População Negra.
Oficina - Pré-Congresso
OF 35 - Teoria da Afrocentricidade: Caminhos e Possibilidades na Educação em Saúde da População Negra.
A persistência das iniquidades raciais em saúde é um desafio para pesquisadores, professores, gestores e militantes do Sistema Único de Saúde Brasileiro – SUS no Brasil. O fortalecimento do campo da Saúde da População Negra, é tarefa imprescindível na consolidação da equidade no SUS e valorização da diversidade na compreensão do processo saúde-adoecimento-cuidado. No bojo desse grande tema, surge a preocupação com a busca por arcabouço teórico/metodológico inspirado em bases conceituais e civilizatórias africanas e afro-brasileiras. A Teoria da Afrocentricidade tem se tornado um referencial importante para compreensão do universo cultural, politico, social e econômico do povo africanos e suas diásporas, espalhadas pelo mundo, inicialmente no campo das ciências sociais e humanas, e mais recentemente, no campo da saúde coletiva, em especial, no campo da educação em saúde da população negra. A oficina tem como objetivo estimular a reflexão e construção de atividades e estratégias acerca do lugar dos saberes e fazeres do povo negro, colocando – o num lugar de centralidade. Com utilização de metodologias ativas de ensino aprendizagem, os participantes ( estudantes, profissionais de saúde, ativistas sociais e gestores) serão estimulados a problematizar as possibilidades de aprofundamento teórico, metodológico e operativo sobre Educação em Saúde da População Negra a partir da Teoria da Afrocentricidade aplicada em suas realidades. Espera-se que a oficina fortaleça as redes de atores que atuam para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, promoção da equidade e redução das iniquidades raciais em saúde.

5 vagas para convidados e 25 para congressistas

Coordenador: Roberto dos Santos Lacerda - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE (SE)
Coordenador: José Carlos da Silva - UFPE (PE)
CCM-P4B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 40 - Dicionário de Favelas Marielle Franco (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
Oficina - Pré-Congresso
OF 40 - Dicionário de Favelas Marielle Franco (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
O Dicionário de Favelas Marielle Franco se constitui em uma plataforma wiki - wikifavelas.com.br - de acesse público, contribuições voluntárias e trabalho coletivo. Na plataforma já podem ser encontradas contribuições em cerca de 300 ementas (400 palavras) e verbetes (até 4000 palavras). O Dicionário é um instrumento de resgate da memória de populações e trabalhadores que atuam nas periferias e favelas e daqueles que estudam essa temática. Busca romper a fragmentação disciplinar e as lacunas entre as diferentes formas de reflexão e conhecimentos sobre as favelas. O Objetivo da oficina é permitir que os participantes do Congresso possam conhecer o Dicionário e se engajar na proposta escrevendo novos verbetes que tratem das suas experiências ou de sua curiosidade sobre questões relacionadas à temas que envolvam favelas e periferias. Ainda que muitas das ementas já existem abordem questões que tratam da interseção entre favela e saúde, o dicionário comporta eixos sobre políticas públicas, sociabilidade, cultura, comunicação, dentre outros.
A metodologia adotada será uma oficina onde participantes serão orientados na elaboração dos verbetes, a partir das suas curiosidades e reflexões e das pesquisas que serão realizadas durante o trabalho. O público será de profissionais e ativistas de movimentos sociais com atuação em periferias e favelas.

Coordenador: Marcelo Fornazin (Brasil)
CCM-AUDITÓRIO-Térreo- (150 paxs)
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C2 - Iniquidades em Saúde e Quesito Raça/Cor: Imperativo Moral ou Anedota do Ativismo Científico?
Curso Pré-Congresso
C2 - Iniquidades em Saúde e Quesito Raça/Cor: Imperativo Moral ou Anedota do Ativismo Científico?
Este curso propõe a discussão e a reflexão sobre o quanto a integração entre referenciais teóricos e metodológicos quanti e qualitativos é condição necessária para a compreensão dos determinantes sociais de saúde, principalmente no que diz respeito ao enfrentamento ao racismo, sexismo, machismo e adultocentrismo, principalmente nas suas expressões estruturais ou institucionais. Os problemas atuais de saúde demandam novos olhares para o conhecimento da condição de vida dos brasileiros. Este minicurso revisitará referenciais teóricos que fundamentam as análises de resultados quanti e qualitativos utilizados na maioria das publicações científicas e, ao mesmo tempo, introduzirá novos referenciais e formas de análise. Haverá a abordagem dos processos de adoecimento de determinados grupos sociais, as condições para os cuidados e possibilidades de promoção de saúde ao longo da trajetória de vida de alguns sujeitos ou em momentos específicos da nossa vida, como gestação e envelhecimento. Também será objetivo discutir o “lugar do quesito raça-cor e gênero” nas pesquisas, relatórios, inquéritos e outros meios de construção de conhecimento e, simultaneamente, construir com os participantes deste minicurso possibilidades, identificar as barreiras e dialogar sobre soluções já existentes e as viáveis para se construir.
Será necessário que cada um dos participantes tenha o seu próprio computador.

Coordenador: Alexandre da Silva - Faculdade de Medicina de Jundiaí (Brasil)
Coordenadora: Fernanda Lopes - NIKETCHE: TRANSFORMANDO REALIDADES (DF)
CCM-Laboratório de informatica
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 42 - Plano de Parto para Mulheres em Alto Grau de Vulnerabilidade Social (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
Oficina - Pré-Congresso
OF 42 - Plano de Parto para Mulheres em Alto Grau de Vulnerabilidade Social (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
Adaptação de ferramenta do plano de parto das Obstetrizes da Universidade de São Paulo, feita pelo Grupo de Trabalho Maternidades da Defensoria Pública do Estado de São Paulo para mulheres em alto grau de vulnerabilidade social. Metodologia: Apresentação do Plano de Parto, preenchimento em conjunto, juntamente com discussão sobre realização de pré-natal em alto grau de vulnerabilidade social.
Publico alvo: Profissionais de saúde que trabalham na assistência ao pre natal, parto e puerpério e profissionais das ciências sociais que estudam pre natal, parto e puerpério

Coordenadora: Thais Machado Dias - ONG: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde (Brasil)
CCS-609 Bloco Doralice 60
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 36 - Saúde, Currículo, Formação: Projetos Pedagógicos de Cursos para a Promoção da Igualdade Racial e na Perspectiva da Interseccionalidade. (26/09 - 08h30 ás 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
Oficina - Pré-Congresso
OF 36 - Saúde, Currículo, Formação: Projetos Pedagógicos de Cursos para a Promoção da Igualdade Racial e na Perspectiva da Interseccionalidade. (26/09 - 08h30 ás 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
A Resolução CNE/CP 01/2004, a Portaria GM 992/2009, (que completa dez nos) e a Lei 12.288, de 20/07/2010 determinam para os cursos da educação superior, em particular, para a formação de profissionais da saúde, a inclusão de conteúdos sobre história, cultura afro-brasileira e africana, e da saúde da população negra. NOGUEIRA e ARAÚJO (2017) ao analisarem Projetos Pedagógicos de cursos de nível superior da área de saúde nos estados de São Paulo e Bahia, identificaram que estes ainda negligenciam a Saúde da População Negra (PNSIPN), apontando para a necessidade de capacitar formadores, e outros profissionais sobre saúde da população negra. A reformulação destes projetos se baseia na necessidade da formação de profissionais da saúde que compreendam e atuem para promoção da igualdade racial, na saúde e na sociedade, reforçando a questão da equidade em saúde como princípio do SUS. Assim, os currículos de graduação de Saúde Coletiva precisam adequar-se a perspectiva da reeducação das relações étnico-raciais e da PNSIPN. Há que pensar ainda, na perspectiva de gênero, orientação sexual, geração de forma interseccionada com raça na elaboração e reelaboração dos PPC de forma a contribuírem para a promoção da igualdade. Deste modo esta oficina se propõe a: a) apresentar as políticas curriculares de ação afirmativa e de saúde da população negra; b) apresentar temas/conteúdos relacionados a reeducação das relações étnico-raciais e a saúde da população negra articulando a tríade saúde/doença/cuidado, incluindo as interseccionalidades e a perspectiva da equidade; c) apresentar experiências de processos de ensino-aprendizagem no campo da Saúde da população negra; d) suscitar redes interinstitucionais de compartilhamento de experiências pedagógicas e fortalecimento de currículos da saúde na perspectiva das relações étnico-raciais e interseccionalidades.

Coordenadora: Rosana Batista Monteiro - UFSCAR (SP)
CCM-P5B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 22 - APS no SUS Hoje: Pesquisas, Desafios e Inovações (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
Oficina - Pré-Congresso
OF 22 - APS no SUS Hoje: Pesquisas, Desafios e Inovações (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
A atenção primária à saúde hoje no SUS enfrenta novos e antigos desafios e encontra-se em constante tensão, entre a garantia do direito universal à saúde e a focalização e restrições para a atenção integral. Retrocessos e ameaças à democracia e às conquistas históricas do povo brasileiro marcam a conjuntura atual com retirada de direitos duramente conquistados e ataques incisivos ao financiamento das políticas públicas.
A oficina tem por objetivo apresentar experiências inovadoras, ilustrativas dos avanços proporcionados pelo SUS na garantia do direito universal à saúde; revisitar uma agenda política estratégica para a APS no SUS para orientar a ação dos sujeitos políticos; e analisar os desafios das pesquisas em APS no contexto atual de restrição de direitos. As experiências que serão apresentadas integram o laboratório de inovações em APS forte da OPAS. Possibilitará o diálogo acadêmico inclusivo e plural entre pesquisadores, estudantes e gestores.
Esta oficina é uma iniciativa da Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde da ABRASCO que tem o objetivo de proporcionar a comunicação e articulação entre pesquisadores, profissionais, usuários e gestores da APS

20 vagas serão para convidados e 30 vagas abertas para congressistas

Coordenadora: Ligia Giovanella (Brasil)
Coordenador: Luiz A.Facchini (Brasil)
CCS-508 Bloco Doralice 60
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 20 - Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no Atual Cenário do Trabalho: Desafios e Perspectivas (SOMENTE PARA CONVIDADOS) (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
Oficina - Pré-Congresso
OF 20 - Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no Atual Cenário do Trabalho: Desafios e Perspectivas (SOMENTE PARA CONVIDADOS) (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
O atual modelo de desenvolvimento econômico brasileiro incide fortemente na determinação do processo saúde-doença dos trabalhadores, com destaque para alguns grupos mais vulneráveis, a exemplo daqueles inseridos no agronegócio, na mineração, na construção civil. Uma importante característica deste modelo é a precarização dos vínculos de trabalho, que tem sido a tônica neste início do século XXI, expresso no crescente aumento do desemprego estrutural e o consequente aumento do trabalho informal, particularmente entre os mais jovens, as mulheres e os mais idosos. Outro ponto que merece destaque é a grande diversidade dos arranjos produtivos expressos nas cadeias produtivas, muitos deles envolvendo inclusive as famílias, em situação de trabalho domiciliado. Os processos produtivos existentes no Brasil alinhados ao modelo de desenvolvimento do país têm repercutido no perfil de sofrimento, adoecimento e de mortalidade dos trabalhadores, além de impactar também na saúde das populações circunvizinhas aos empreendimentos. Recentemente, este cenário foi intensificado pela contra-reforma trabalhista e pela proposta, em curso, da contra-reforma previdenciária. Por sua vez, o desmonte e o subfinanciamento do SUS em curso atingem profundamente a capacidade de resposta e enfrentamento dessa situação de precariedade e piora das condições de vida e trabalho da população pelo sistema de saúde pública. Diante deste cenário tão devastador, o GT Saúde do Trabalhador compreende que o 8º Congresso de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva / ABRASCO é um importante espaço de reflexão e de construção de práticas coletivas e inovadoras articuladas em torno da promoção da saúde e do bem viver dos(as) trabalhadores(as)

Coordenadora: Jandira Maciel da Silva - UFMG (MG)
CCS-509 Bloco Doralice 60
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C5 - Arte CurATIVA: Teoria e Aplicacão Prática de um Dispositivo Terapêutico na Abordagem à Saúde Mental de quem Cuida e da Pessoa Idosa.
Curso Pré-Congresso
C5 - Arte CurATIVA: Teoria e Aplicacão Prática de um Dispositivo Terapêutico na Abordagem à Saúde Mental de quem Cuida e da Pessoa Idosa.
A Abordagem à saúde mental da pessoa idosa e de quem dela cuida, exige cada vez mais, no contexto do SUS, e para além SUS, inovaçoes tecnológicas, que sustentem práticas includentes e humanizadas, capazes de articular saberes populares com os saberes da ciência.
A Arte CurATIVA se apresenta como prática inovadora por sua orígem e plasticidade tanto na produção de informaçoes, quanto nos processos de produção de subjetivação, mediadas por uma atividade artística.
criado pela necessidade de um dispositivo capaz de capturar a um só tempo: 1) a natureza sensível dos afetos e projeçoes humanas presentes na relação pessoa-serviço; 2) os aspectos políticos culturais e respostas sociais, que envolvem a pessoa a ser cuidada, tais como estigmas e identidades sociais que sustentam o seu assujeitamento, bem como potencialidades e recursos psicossociais e de saúde, afim de aprimorar o cuidado; 3) os aspectos eticos políticos na escuta e acolhimento de quem cuida nos serviços

O curso em questão terá como objetivo apresentar nas primeiras quatro horas:
o dispositivo, a história de sua orígem, nas experiências, saberes e diversidade cultural dos territórios; A bricolagem teorica que a sustenta, (etnopsiquiatria, educacão popular, e prática aplicada e implicada de Nise da Silveira , e os anos de docência e supervisão de estágios em psicologia comunitáris e saúde coletiva). Nas quatro ultimas horas demonstrará uma aplicação prática e discutirá sua contribuição psicossocial e clínica como prática inovadora em saúde.

Coordenadora: Geisa Maria Emilia Lima Moreira - Profissional Liberal (MG)
CCM-P2 2º andar-(60 paxs)
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C14 - Educação e Liberdade na Promoção da Saúde Escolar.
Curso Pré-Congresso
C14 - Educação e Liberdade na Promoção da Saúde Escolar.
Trata-se de problematizar o significado do exercício da liberdade na promoção da saúde escolar à luz dos referenciais de ação, liberdade e educação, tributários da obra de Hannah Arendt, e do referencial de educação como prática da liberdade, tributário da obra de Paulo Freire. Para tanto será utilizado como cenário o movimento político-pedagógico das principais concepções de saúde encontradas no currículo da rede pública de educação básica. A inovação dessa proposta se configura na possibilidade (re)pensar a igualdade nas diferenças, a partir do seu nexo prático, que é o conceito de liberdade, no sentido de subsidiar a construção compartilhada do bem viver democrático. METODOLOGIA: os conteúdos serão desenvolvidos por meio de apresentação oral, utilizando-se material didático impresso e de multimídia. Durante a apresentação, os participantes serão incentivados a fazer intervenções e a interagir com os professores para tirar dúvidas, complementar informações e trocar experiências. AVALIAÇÃO: ao final do mini-curso, os participantes poderão avaliar os resultados obtidos, em função de suas expectativas e dos objetivos do mini-curso.

Coordenadora: Roseni Pinheiro - UERJ (RJ)
Coordenador: Vinícius Azevedo Machado - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS (AM)
CCM-P6A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 6 - Pesquisa Militante em Saúde em Perspectiva
Oficina - Pré-Congresso
OF 6 - Pesquisa Militante em Saúde em Perspectiva
Dando continuidade ao curso de Introdução à Pesquisa Militante em Saúde, ministrado no pré Abrascão-2018, nesta oficina pretende-se abordar esta perspectiva, com ênfase nos teóricos e em experiências afins com a Saúde. A oficina será em dois turnos, manhã e tarde. No primeiro período apresentaremos o conceito e as suas bases teóricas, conceituais e práticas, correlacionando-o à Saúde, entendida a partir dos Determinantes Sociais da Saúde. O segundo turno inicia com a apresentação de experiências de Pesquisa Militante em Saúde, desenvolvidas em diferentes áreas de pesquisa, em diferentes Estados e regiões, pelo(a)s próprios pesquisadore(a)s profissionais e populares envolvido(a)s. Em seguida, a proposta é debater as experiências apresentadas e estimular o(a)s participantes da oficina a apresentarem aquelas nas quais estejam envolvido(a)s ou outras que ele(a)s identifiquem com a perspectiva, mesmo que em áreas e temas diferentes daqueles apresentados.

Coordenadora: Carolina Niemeyer - Vice-Direção de Escola de Governo da Escola nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (VDEGS/ENSP/FIOCRUZ) (RJ)
CCM-P6B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 24 - Educação Popular em Saúde - Debatendo os Rumos para Participação Popular no SUS (SOMENTE PARA CONVIDADOS)
Oficina - Pré-Congresso
OF 24 - Educação Popular em Saúde - Debatendo os Rumos para Participação Popular no SUS (SOMENTE PARA CONVIDADOS)
A oficina propiciará a discussão acerca da organização interna do GT de Educação Popular em Saúde da Abrasco, avaliando as ações constituídas e construídas de forma comum e compartilhada pelos membros nos últimos 2 anos, como a inserção em diferentes grupos de discussão no último 12° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva da Abrasco e a organização de coletâneas que refletem acerca da educação popular em saúde, além do planejamento de novas frentes e ações. A oficina priorizará a promoção de espaços e momentos de diálogos, onde possamos questionar se e como as práticas de Educação Popular em Saúde estão nos ajudando a construir o SUS que queremos e merecemos e, da mesma forma, de que maneira nossas práticas podem nos conduzir para uma atuação crítica e emancipatória diante do atual contexto de retirada de direitos, de ameaças e de rupturas democráticas.

Coordenadora: Luanda de Oliveira Lima - IFF / FIOCRUZ (RJ)
Coordenador: Pedro José Santos Carneiro Cruz - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB) (PB)
Coordenadora: Vanderléia Pulga (Brasil)
Coordenadora: Maria Rocineide Ferreira - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ (CE)
CCS-510 Bloco Doralice 50
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C8 - Hermenêutica e Saúde: O Encontro do Outro na Construção do Conhecimento e do Cuidado. (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
Curso Pré-Congresso
C8 - Hermenêutica e Saúde: O Encontro do Outro na Construção do Conhecimento e do Cuidado. (26/09 - 08h30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
Entre as tendências filosóficas contemporâneas que se colocam a tarefa de superar o tecnicismo e o que tem sido chamado de “injustiça epistemológica”, buscando assentar em bases genuinamente dialógicas tanto a produção de conhecimento como as interações sociais, destaca-se a perspectiva hermenêutica, em diversos matizes conceituais. A proposta deste curso pré-Congresso tem como objetivo discutir as principais contribuições da hermenêutica como base filosófica para o desenvolvimento de práticas de produção de conhecimento e de cuidado em saúde. Serão revisitados os principais aspectos histórico-filosóficos de construção da hermenêutica contemporânea e discutidos alguns de seus traços constitutivos atuais, tal como apresentados nas obras de Gadamer, Ricoeur e Habermas. Será explorada a relação da perspectiva hermenêutica em sua busca de um comum na e a partir da diversidade, tomando como eixo condutor os conceitos de “aplicação”, “dialética de pergunta e resposta”, “fusão de horizontes”, “mesmidade-ipseidade” e “exigências-pretensões-condições de validade discursiva”. A estratégia pedagógica buscará combinar exposição dialogada com rodas de conversa e tarefas breves em grupo. É dirigido a profissionais de saúde de um modo geral e julga-se que pode ser de interesse tanto de pesquisadores quanto de profissionais da área de serviços, ativistas e educadores.

Coordenador: José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres - Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (SP)
CCM-P7A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 17 - Oficina Preparatória para o Encontro Nacional de Egressos da Graduação em Saúde Coletiva
Oficina - Pré-Congresso
OF 17 - Oficina Preparatória para o Encontro Nacional de Egressos da Graduação em Saúde Coletiva
Está oficina tem por objetivo reunir egressos do cursos de graduação em saúde coletiva em todo o país, a fim de pensar quais serão os próximos passos para a organização profissional e acadêmico, a fim de responder as correntes alterações e ameaças ao direto a Saúde no Brasil.
Sem inscrição prévia.

Coordenadora: Indyara de Araujo Morais - Universidade de Brasília (DF)
CCM-P3 2º andar-(60 paxs)
08:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C10 - Etnoeducação em Saúde: Tecendo Diálogos, Saberes e Práticas entre Educação, Saúde, Ciências Sociais e Humanas
Curso Pré-Congresso
C10 - Etnoeducação em Saúde: Tecendo Diálogos, Saberes e Práticas entre Educação, Saúde, Ciências Sociais e Humanas
Diante dos desafios colocados ao cuidado de pessoas que vivem com doença de longa duração, o GT “Ciências Sociais e Humanas em Saúde, Adoecimentos e Sofrimentos de Longa Duração: cuidado em saúde, saberes e políticas de vida” propõe este curso como forma de produzir diálogos com o trabalho e a educação em saúde. Tem-se como objetivo apresentar a Etnoeducação em Saúde como uma metodologia de trabalho para o planejamento de ações de educação em saúde desenvolvidas em serviços da atenção básica. Trata-se de uma metodologia que integra os estudos socioantropológicos sobre adoecimentos de longa duração, a educação popular e as práticas de saúde coletiva. A Etnoeducação em Saúde é uma metodologia de trabalho dialógica que parte dos saberes, das práticas e das experiências relativas ao processo saúde-doença de indivíduos ou grupos (inclusive profissionais). Assim, considera suas realidades locais na produção de ações educativas com vistas a tornar as práticas de cuidado em saúde culturalmente congruentes com as condições de produção e reprodução social desses indivíduos ou grupos. Nesse sentido, partiremos de um conjunto de experiências no uso da metodologia em unidades básicas de saúde de um município do sertão potiguar que se tornaram possíveis com a implantação de um curso de medicina no âmbito do Programa Mais Médicos. Esperamos reunir profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e representantes de movimentos sociais e fomentar o aprimoramento do planejamento e da execução de ações educativas, principalmente, nos serviços da atenção básica.

Coordenador: Lucas Pereira de Melo - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (SP)
Coordenadora: Mercês de Fátima dos Santos Silva - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (RN)
CCM-GERAL 1-2º andar-(60 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 8 - 25 Anos do GT Gênero e Saúde: Balanço dos Avanços Obtidos e Desafios Atuais (SOMENTE PARA CONVIDADOS)
Oficina - Pré-Congresso
OF 8 - 25 Anos do GT Gênero e Saúde: Balanço dos Avanços Obtidos e Desafios Atuais (SOMENTE PARA CONVIDADOS)
O GT Gênero e Saúde comemora 25 anos de existência. Ele foi criado em 1995, durante o III Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em Salvador, com objetivo de ampliar e consolidar o ensino e a produção do conhecimento sobre gênero e saúde na área de Saúde Coletiva.
A oficina se propõe a analisar os avanços alcançados na incorporação da perspectiva de gênero na área da saúde coletiva nestes 25 anos, bem como identificar os principais desafios à temática colocados no contexto atual. Busca-se também criar estratégias de organização e enfrentamento destes desafios.
A oficina será organizada em dois turnos. O primeiro turno será destinado ao resgate histórico da criação do GT e avaliação dos principais avanços obtidos na incorporação da perspectiva de gênero no ensino e pesquisa na área da saúde coletiva. O segundo turno ter por meta a identificação dos principais desafios colocados e a organização de estratégias para o enfrentamento dos retrocessos na temática do gênero e dos direitos sociais.
A oficina terá por público-alvo as(os) integrantes do Gt, bem como docentes, pesquisadores e estudantes envolvidos na discussão de gênero e saúde.

Coordenadora: Daniela Riva Knauth - UFRGS (RS)
CCM-P7B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Outras Atividades Pré-Congresso
O8 - Fortalecer a Rede, Qualificar a Atuação: Reunião de Integrantes da Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa
Outras Atividades Pré-Congresso
O8 - Fortalecer a Rede, Qualificar a Atuação: Reunião de Integrantes da Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa
A Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa atua desde 2006 na proteção e promoção dos direitos humanos das mulheres, em especial no que se refere a seus direitos sexuais e reprodutivos. A primeira grande ação da rede compreendeu uma denúncia ao Ministério Público Federal sobre o abuso de cesarianas no setor suplementar de saúde, o que se desdobrou em uma ação civil pública em face da ANS, que foi condenada a exercer seu papel regulatório. Essa ação está em disputa novamente, uma vez que a ANS recorreu da sentença e ela se encontra, atualmente, suspensa, mas a rede continua mobilizada em torno dessa e de outras questões. Assim, por exemplo, elaborou dossiê Intitulado “Violência obstétrica: parirás com dor”, que foi incorporado ao relatório final da CPMI da violência contra a mulher, confirmando o tema como pauta de políticas públicas. Além de se apropriar dos estudos da saúde pública e de gênero para fortalecer sua atuação, a rede busca, atualmente, reunir presencialmente suas integrantes para autoformação e construção de um plano de ação para os próximos anos, uma vez que os direitos das mulheres, em especial seus direitos sexuais e reprodutivos, estão sendo cerceados a cada nova proposição no atual contexto político e social. Algumas integrantes da rede já estão inscritas no congresso e a realização na Região Nordeste será estratégica para incluir as integrantes que não estão no eixo Sul-Sudeste, as quais normalmente enfrentam mais obstáculos com relação a transporte para fora de seus locais de origem.

Coordenadora: Denise Yoshie Niy - PARTO DO PRINCÍPIO - MULHERES EM REDE PELA MATERNIDADE ATIVA (SP)
CCM-P8A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Reunião - Pré-Congresso
R9 - Reunião do Grupo Temático de Saúde e Ambiente
Reunião - Pré-Congresso
R9 - Reunião do Grupo Temático de Saúde e Ambiente
O Grupo Temático Saúde e Ambiente foi instituído no ano de 2000 e está constituído por 19 membros, a maioria oriundos da academia, com linhas de pesquisas que cobrem a articulação entre a saúde com o ambiente, os processos produtivos, o saneamento e a justiça ambiental. As pessoas são oriundas de diversos estados e instituições como a UFSC; USP; UFRJ; Fiocruz; UFMG; UPE; UFC; UnB; UNICAMP, UFPr; OPAS; Instituo Evandro Chagas/PA, SMS de Porto Alegre e UNISINOS. Desde sua última reunião, realizada em abril de 2019, o GTSA definiu como uma de suas prioridades atuais o fortalecimento das articulações com os associados da ABRASCO em todo território nacional e com os movimentos sociais do campo, das cidades, das florestas, ribeirinhos, os costeiros e todos os grupos vulnerados que estão ameaçados pelo processo de desregulação do Estadoe avanço do fascismo social, onde medidas de proteção, prevenção e cuidado estão deixando de ser realizadas por determinação governamental. É com esse objetivo que o GTSA identifica neste Congresso um espaço privilegiado para compartilhamento de saberes com os demais abrasquianos e com os movimentos sociais. Aproveitando esse espaço tão rico de trocas de saberes, o GTSA propõe realizar uma reunião para reunir seus membros e também convidados de forma a traçar as linhas de base da atuação do GT no congresso, bem como iniciar os diálogos que pretende construir ao longo de com potenciais parceiros dentro da Associação ou oriundo dos movimentos sociais.

Coordenador: Diogo Ferreira da Rocha - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - FIOCRUZ (RJ)
CCS-601 Bloco Doralice 40
08:30 - 17:00 Reunião - Pré-Congresso
R13 - Reunião do GT Saúde da População LGBTI+
Reunião - Pré-Congresso
R13 - Reunião do GT Saúde da População LGBTI+
O GT Saúde da População LGBTI+ é o mais novo GT criado pela ABRASCO, em janeiro de 2019. Congrega pesquisadores/as doutores/as vinculados à Instituições de Ensino Superior e que desenvolvem ações de ensino, pesquisa e extensão na área de saúde da população LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais, mais). Esta será a primeira reunião presencial do grupo, aproveitando a oportunidade da ida dos membros ao 8º Congresso de Ciências Sociais e Humanas em Saúde. Os objetivos da reunião são: 1) Apresentação presencial dos componentes do grupo e acolhida aos novos membros interessados na composição do GT; 2) Definição das linhas de trabalho dentro do GT; 3) Organização e participação em eventos da área; 4) Planejamento estratégico das ações do GT para os próximos 2 anos, incluindo pesquisas em colaboração, ações de mobilização, divulgação das ações do GT, organização de obras/edições temáticas em periódicos. Como justificativa para esta primeira reunião presencial do grupo destaca-se a análise do cenário político brasileiro atual para a população LGBTI+, que vem sofrendo retrocessos e ameaças em termos de direitos e que repercutem diretamente em seu processo saúde-doença. Portanto, a reunião se faz necessária para avaliar coletivamente essa conjuntura, refletindo sobre desafios e potencialidades, bem como na construção de uma agenda de estratégias de ação, mobilização e pesquisa para a resistência e avanço no campo da saúde das pessoas LGBTI+. Público alvo: atuais membros do GT, incluindo um horário específico para participação de possíveis interessados em compor o GT (reunião ampliada).

Coordenador: Marcos Claudio Signorelli - UFPR (PR)
Coordenador: Daniel Canavese de Oliveira - UFRGS (RS)
CCM-P8B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 17:00 Outras Atividades Pré-Congresso
O19 - Exposição Fotográfica: III Encontro de Saberes da Caatinga na Chapada do Araripe
Outras Atividades Pré-Congresso
O19 - Exposição Fotográfica: III Encontro de Saberes da Caatinga na Chapada do Araripe
A Exposição Fotográfica enquadra-se na Política Nacional de Extensão Universitária que prevê a articulação da Extensão com as políticas públicas, com os movimentos sociais e também com os setores produtivos da sociedade, possibilitando „novos meios e processos de produção, inovação e disponibilização de conhecimentos, permitindo a ampliação do acesso ao saber e o desenvolvimento tecnológico e social”, priorizando assim “práticas voltadas para o atendimento de necessidades sociais (…), relacionadas com as áreas de Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde (...)”, entre outras. Além disso, o projeto de comunicação em questão buscou a “valorização de uma experiência interinstitucional”, que resultasse de um trabalho em “redes e parcerias”, voltadas para o “intercâmbio e a solidariedade” (POLITICA NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA 2012: 5).
Através deste Projeto, a equipe de Comunicação procurou principalmente dar visibilidade ao Encontro de Saberes da Caatinga e contribuir para a memória visual de agentes tradicionais de cura e detentores de um conhecimento ameaçado em sua continuidade, observando a devida devolução aos envolvidos no processo, do conhecimento difundido e compartilhado. A exposição portanto viajará periodicamente pelas instituições, eventos e comunidades interessadas.

Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: FORPROEX; 2012. Available from: http://www.renex.org.br/documentos/2012-07-13-Politica-Nacional-de-Extensao.pdf Acesso em 22.5.2019

Coordenador: Renê Duarte Martins (Brasil)
Coordenadora: Lisbeth Oliveira (Brasil)
CCM-Salão Principal
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF4 - Oficina para Estudantes e Profissionais Indígenas na Saúde: Discutindo a Formação de Pesquisadores nas Áreas de Saúde Coletiva e de Saúde Indígena.
Oficina - Pré-Congresso
OF4 - Oficina para Estudantes e Profissionais Indígenas na Saúde: Discutindo a Formação de Pesquisadores nas Áreas de Saúde Coletiva e de Saúde Indígena.
Nos últimos anos, as políticas de ação afirmativa e o crescimento da educação escolar indígena permitiram um ingresso crescente de estudantes indígenas nos cursos de graduação em saúde. Ademais, há 20 anos se implementou um subsistema de saúde indígena integrado ao SUS, que preconiza o estímulo à formação e contratação de indígenas para atuar nos serviços. Atualmente, existe um número importante de estudantes e profissionais indígenas da área de saúde. Por exemplo, um levantamento de 2015 sobre os profissionais de enfermagem no Brasil identificou que 0,6% destes se autodeclararam indígenas. Entretanto, consideramos que ainda é incipiente a aproximação desses estudantes e profissionais indígenas das pesquisas nas áreas de saúde coletiva e de saúde indígena. Essa oficina tem por objetivo promover uma aproximação entre estudantes e profissionais indígenas com pesquisadores indígenas e não-indígenas das áreas de saúde coletiva e de saúde indígena (incluindo antropologia da saúde). A metodologia será dialógica e participativa, desenvolvida a partir dos relatos das trajetórias pessoais dos estudantes, profissionais e pesquisadores. A organização da oficina terá três momentos: 1) trajetórias pessoais dos estudantes e profissionais indígenas; 2) trajetórias dos pesquisadores indígenas; 3) Debate sobre o campo de pesquisas nas áreas de saúde coletiva e de saúde indígena. Assim, ao final, pretende-se conhecer o perfil dos estudantes e profissionais indígenas na saúde, levantar as expectativas e dificuldades destes acerca de sua formação e atuação profissional e promover uma aproximação destes com os pesquisadores das áreas de saúde coletiva e de saúde indígena.
Coordenação:
Ana Lucia Pontes (GT Saúde Indígena Abrasco; Fiocruz-RJ)
Joziléia Daniza Jagso Kaingáng (Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/UFSC)
Cristiane Julião Pankararu (Museu Nacional/UFRJ)
Eliana Diehl (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural/UFSC)
Gerson Marinho (UFRJ)

Vagas: 10 vagas disponibilizadas para inscrição prévia, porém, serão 30 vagas, podendo ter disponibilidade para a oficina no dia.

Coordenadora: Ana Lucia Pontes - Fundação Oswaldo Cruz (RJ)
CCM-APOIO 1-3º andar-(30 paxs)
12:00 - 13:30 Intervalo
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Intervalo
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13:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 41 - Saúde e Literatura: A Literatura como Alento para a Construção do Bem Viver (26/09 - 13h30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
Oficina - Pré-Congresso
OF 41 - Saúde e Literatura: A Literatura como Alento para a Construção do Bem Viver (26/09 - 13h30 às 17h e 27/09 - 08:30 às 12h)
A ecologia dos saberes pressupõe a reflexão, construção conjunta e fortalecimento dos diversos saberes elaborados ao longo da existência. A linha abissal que cinde o planeta entre colonizadores e colonizados deve ser desvelada e encarada como desafio para a reparação tendo a emancipação como um norte para a construção do bem viver. A arte é uma maneira de compreender a vida que se constroi. O desenvolvimento das capacidades artísticas é provocação e desafio para libertar-se de preconceitos, memórias enraizadas, aliviar as pressões e angústias. Nas artes, a literatura pode ser utilizada por trabalhadores da Saúde como recurso pedagógico, terapêutico, como apoio às reflexões, debates e vivências pertinentes ao cotidiano do trabalho. Há um ano desenvolvemos o projeto “Saúde e Literatura” que tem suscitado a compreensão de fatos, a tomada de consciência sobre situações de vida e consequentemente o alargamento da visão social e individual, favorecendo a própria saúde do trabalhador e consequentemente o reflexo nas ações voltadas à sociedade. Esta oficina propõe reflexão coletiva a partir de textos da literatura brasileira, de valor humanístico, escolhidos pelas coordenadoras e participantes. Poderá abrir um campo novo de satisfação e solidariedade bem como tornar conhecidas obras de autores fundamentais que refletem a Saúde da sociedade e seu contexto sócio-econômico-político e cultural. Será proposto aos participantes a elaboração e realização de um sarau onde haja espaço para a apresentação das construções artísticas (textos, poesias, narrações, desenhos, pinturas) como metáforas da existência e resistência para a construção do bem viver e da luta pelo SUS.

Coordenadora: Tânia Maria de Almeida Alves - FIOCRUZ MINAS (MG)
Coordenadora: Daniella Guimarães de Araújo (Brasil)
CCM-APOIO 2-3º andar-(30 paxs)
13:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C17 - Metodologia Qualitativa em Ambientes Digitais
Curso Pré-Congresso
C17 - Metodologia Qualitativa em Ambientes Digitais
A ideia dos encontros é sugerir os primeiros passos para se trabalhar com este ambiente que potencializa, altera e/ou transforma as inúmeras dimensões que envolvem as conexões entre saúde-doença-atenção através do tema da violência. Além de apresentar a discussão teórica que fundamenta a aplicação de diversas técnicas de pesquisa em ambientes digitais, o mini curso contará com um módulo dedicado a uma breve introdução sobre extração, mensuração e visualização dos dados obtidos dos diferentes espaços digitais que compõem aquilo que chamamos de internet. Além dos aspectos práticos e teóricos o mini curso curso contará ainda com uma última parte dedicada a discussões de experiências de enfrentamento á diferentes formas de violência ressaltando a operacionalização técnica destas iniciativas. O curso complementa as ações do GT 34 - Violências e internet: modos de perpetração, tecnologias e ativismos digitais de enfrentamento

Coordenador: Tiago Coutinho Cavalcante - UNIVEERSSIDAADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (RJ)
CCM-APOIO 3-3º andar-(30 paxs)
13:30 - 17:00 Curso Pré-Congresso
C7 - Educação e Trabalho Interprofissional em Saúde (26/09 - 13h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
Curso Pré-Congresso
C7 - Educação e Trabalho Interprofissional em Saúde (26/09 - 13h30 às 17h e 27/09 - 08h30 às 12h)
O contexto de vida e saúde da população brasileira e a organização dos serviços e do Sistema Único de Saúde se mostram cada vez mais complexos. A educação interprofissional entendida como a “ocasião em que membros de duas ou mais profissões aprendem em conjunto, de forma interativa, com o propósito explícito de melhorar a colaboração e a qualidade dos cuidados em saúde”(REEVES, 2016), oferece robusto marco teórico-conceitual e metodológico para os profissionais de saúde executarem práticas interprofissionais mais resolutivas e integrais. No contexto brasileiro o debate contribui para que os serviços de saúde (re)situem as complexas e dinâmicas necessidades de saúde na centralidade do processo de trabalho, observando as diferenças existentes no cenário nacional, como premissa para assegurar um SUS universal, equânime, com foco na integralidade da atenção e comprometido com a participação popular e a justiça social. Apesar da reconhecida necessidade da EIP persistem imprecisões conceituais. Objetivo: fornecer subsídios conceituais e metodológicos para a adoção da interprofissionalidade nas iniciativas de formação e na dinâmica do trabalho em saúde. O curso adotará metodologias diversificadas: Elaboração de painéis sobre a realidade atual da formação e do trabalho em saúde; Levantamento dos conhecimentos prévios dos participantes; Exposição dialogada sobre conceitos-chave que subsidiam a discussão da educação e do trabalho interprofissional; Elaboração em pequenos grupos de planejamentos de iniciativas de educação e trabalho interprofissional; Socialização dos planejamentos, discussão e síntese. Na avaliação do curso será destacado o que foi aprendido e suas aplicações para os diferentes cenários dos participantes.

Coordenador: Marcelo Viana da Costa - Rede Brasileira de Educação e Trabalho Interprofissional em Saúde (ReBETIS); GT Trabalho e Educação na Saúde da Abrasco (Brasil)
Coordenadora: Janete Lima Castro - UFRN (RN)
Coordenadora: Marina Peduzzi - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (SP)
CCS-602 Bloco Doralice 40
13:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 39 - Recomendações para o Combate da Medicalização nos Serviços de Educação e Saúde
Oficina - Pré-Congresso
OF 39 - Recomendações para o Combate da Medicalização nos Serviços de Educação e Saúde
A oficina tem por objetivo apresentar dois instrumentos de combate à medicalização nos serviços de educação e saúde. A cartilha MEDICALIZAÇÃO DA VIDA: recomendações e estratégias, do Comitê Nacional para Promoção do Uso Racional de Medicamentos. E as RECOMENDAÇÕES DE PRÁTICAS NÃO MEDICALIZANTES PARA PROFISSIONAIS E SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade. Essa oficina tem por objetivo promover a ampliação do debate para representantes de movimentos sociais e gestores da saúde e da educação.
20 vagas para convidados e 30 para congressistas

Coordenador: Rui Massaro Harayama - UFOPA (PA)
CCS-605 Bloco Doralice 50
13:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 32 - Materiais Informacionais e Educação em Saúde: Contribuições das Pesquisas em Saúde Sexual na Produção de Recursos para a Promoção da Saúde.
Oficina - Pré-Congresso
OF 32 - Materiais Informacionais e Educação em Saúde: Contribuições das Pesquisas em Saúde Sexual na Produção de Recursos para a Promoção da Saúde.
Articulada com o GT “IST/HIV/AIDS, Políticas e Subjetividades”, a oficina se propõe abordar o processo de produção de materiais educativos e informacionais, concebidos como instrumentos fundamentais para o trabalho de educação em saúde.
Operacionalmente a oficina funcionará em dois tempos:
1) Estudo de caso: Projeto Diálogos Suape: pesquisa-intervenção-pesquisa em território afetado pelo Programa de Aceleração do Crescimento. Considerando os aspectos comunicacionais inerentes a produção e recepção das mensagens (textos e imagens), os materiais informacionais utilizados no projeto Diálogos Suape serão objeto de análise coletiva a partir de três eixos: narrativa, imagem e subjetivação; dialogia e mudança psicossocial; usos de resultados de pesquisa e efetividade dos materiais informacionais.
2) Produção de cartazes e panfletos pelos participantes. Tendo como base dados epidemiológicos e etnográficos sobre a epidemia de HIV/Aids em dado contexto, os participantes produzirão materiais, que, na sequência, serão objeto de reflexão coletiva.
A oficina é direcionada a profissionais de saúde, ativistas, estudantes de graduação, pós-graduação e pesquisadores.

Coordenadora: Mônica Franch - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (PB)
Coordenador: Luis Felipe Rios do Nascimento - UFPE (PE)
CCS-604 Bloco Doralice 50
13:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 26 - Violência Obstétrica e Direitos das Mulheres: Campos e Formas de Atuação Dentro e Fora do Cenário Obstétrico Brasileiro.
Oficina - Pré-Congresso
OF 26 - Violência Obstétrica e Direitos das Mulheres: Campos e Formas de Atuação Dentro e Fora do Cenário Obstétrico Brasileiro.
Somos Fernanda Loureiro (Biomédica, Doula e doutoranda em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ), Juliana Candido (Fisioterapeuta, Doula e mestranda em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ) e Luiza Soler (Advogada, Doula e mestranda em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ) e essa oficina tem como proposta levantar uma discussão multidisciplinar sobre os diversos campos e formas de enfrentamento da violência obstétrica, dentro e fora do cenário do parto, a partir das nossas perspectivas e vivências como mulheres, doulas, profissionais, pesquisadoras e ativistas pelo parto digno e respeitoso. O objetivo dessa proposta é propiciar o diálogo e a troca sobre o tema, e a partir daí instrumentalizar estratégias e formar redes junto à outras doulas, profissionais da atenção ao parto, pesquisadorxs e demais interessadxs, na busca pela erradicação da violência obstétrica e a promoção e garantia dos direitos sexuais e produtivos.

Metodologia: Dinâmica de integração, exposição de dados por parte das facilitadoras e formação de grupo(s) de discussão para a elaboração de estratégias de enfrentamento à violência obstétrica e a garantia e promoção dos direitos sexuais e reprodutivos.

Público: doulas, profissionais da atenção ao parto, pesquisadorxs e demais interessadxs

Coordenadora: Luiza Dantas Soler - SETORIAL DE MULHERES DO PSOL, ADOULASRJ E IMS/UERJ (RJ)
Coordenadora: Fernanda Loureiro Silva - INSTITUTO DE MEDICINA SOCIAL (RJ)
Coordenadora: Juliana Candido (Brasil)
CCS-603 Bloco Doralice 40
13:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 29 - Metodologias Sensíveis na Saúde Coletiva: Construindo Narrativas para o Diálogo Intercultural
Oficina - Pré-Congresso
OF 29 - Metodologias Sensíveis na Saúde Coletiva: Construindo Narrativas para o Diálogo Intercultural
Nesta oficina apresentaremos um panorama das metodologias sensíveis, colaborativas e não extrativistas no campo da saúde coletiva, por sua possibilidade de potencializar diálogos interculturais e produzir narrativas alternativas, através de diversas linguagens, em especial audiovisual. Narrativas estas que apoiem lutas sociais por saúde, dignidade e direitos territoriais das populações excluídas das cidades e dos campos. Tomamos como ancoragem o referencial das epistemologias do Sul, de uma abordagem teórico-poética de investigação e da noção de promoção emancipatória da saúde.

Essa construção vai ao encontro do que Boaventura de Sousa Santos chama da “criação de um pensamento alternativo de alternativas”.

Temos como objetivo central discutir desafios e perspectivas da pesquisa científica, de maneira que os pesquisadores interessados possam refletir e se aproximar do tema.

A oficina será dividida em: (30 min) dinâmica de apresentação e contextualização dos participantes, passando à exposição do tema, dos objetivos e da organização da oficina numa roda de conversa; (60min) será problematizado métodos das Ciências Sociais à luz de conceitos das epistemologias do Sul, assim como à exposto (datashow) possibilidades metodológicas na produção de metodologias e narrativas alternativas por meio do audiovisual; (60 min), os participantes, em grupos de 4 pessoas, apresentarão e debaterão questões metodológicas e possíveis aplicações conceituais em suas áreas de interesse, ao mesmo tempo que estarão produzindo uma uma síntese sensível da experiencia vivida para ser compartilhada e debatida com o grupo.

Resultado esperado: apropriação das metodologias apresentadas como dispositivo de pesquisa para suas áreas de atuação

10 vagas para convidados e 40 vagas para congressistas

Coordenadora: Marina Tarnowski Fasanello - NEEPES/FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (RJ)
Coordenador: João Arriscado Nunes - CES/UC (Outro)
Coordenador: Aluízio de Azevedo Silva Júnior - MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL E PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E SAÚDE DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ) (MT)
CCS-606 Bloco Doralice 50
13:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 8 - 25 Anos do GT Gênero e Saúde: Balanço dos Avanços Obtidos e Desafios Atuais (continuação)
Oficina - Pré-Congresso
OF 8 - 25 Anos do GT Gênero e Saúde: Balanço dos Avanços Obtidos e Desafios Atuais (continuação)
O GT Gênero e Saúde comemora 25 anos de existência. Ele foi criado em 1995, durante o III Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em Salvador, com objetivo de ampliar e consolidar o ensino e a produção do conhecimento sobre gênero e saúde na área de Saúde Coletiva.
A oficina se propõe a analisar os avanços alcançados na incorporação da perspectiva de gênero na área da saúde coletiva nestes 25 anos, bem como identificar os principais desafios à temática colocados no contexto atual. Busca-se também criar estratégias de organização e enfrentamento destes desafios.
A oficina será organizada em dois turnos. O primeiro turno será destinado ao resgate histórico da criação do GT e avaliação dos principais avanços obtidos na incorporação da perspectiva de gênero no ensino e pesquisa na área da saúde coletiva. O segundo turno ter por meta a identificação dos principais desafios colocados e a organização de estratégias para o enfrentamento dos retrocessos na temática do gênero e dos direitos sociais.
A oficina terá por público-alvo as(os) integrantes do Gt, bem como docentes, pesquisadores e estudantes envolvidos na discussão de gênero e saúde.

Coordenadora: Daniela Riva Knauth - UFRGS (RS)
CCM-P7B 2º andar-(30 paxs)
13:30 - 17:00 Roda de Conversa
RC 3 - Governança Territorial Democrática com Vistas à Experimentação de Territórios Saudáveis e Sustentáveis em Periferias: Uma Nova Perspectiva da Participação Social?
Roda de Conversa
RC 3 - Governança Territorial Democrática com Vistas à Experimentação de Territórios Saudáveis e Sustentáveis em Periferias: Uma Nova Perspectiva da Participação Social?
A proposta desta Roda de Conversa se formula a partir do Programa de Promoção de Territórios Urbanos Saudáveis (PTUS), concebido pela Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz a partir de sua experiência com movimentos sociais e coletivos populares de favelas que compõem o território de Manguinhos. Na busca de processos emancipatórios de indivíduos e seus coletivos, e da possibilidade destes assumirem a opção de luta social e política na esfera pública visando a garantia de direitos, tendo como paradigma o “bem viver”, o PTUS atua articuladamente em 6 (seis) áreas, a saber: I. Cultura, II. Meio Ambiente, III. Prevenção à violência armada, IV. Comunicação Crítica e Territorializada; V. Governança Territorial Democrática; VI. Educação Territorializada. Destas áreas, depreende-se a inteligibilidade de uma certa centralidade do desafio de conceber, instituir e desenvolver instâncias e iniciativas que cooperem para o estabelecimento de um modelo participativo e democrático de Governança Territorial, cujo processo visa o fortalecer a sociedade civil organizada no nível local no exercício da luta social por políticas públicas saudáveis e territorializadas. A escolha dessas áreas se deu estrategicamente com base na literatura que diagnostica a população de um determinado território vulnerabilizado - social, civil e ambientalmente – como aquele que comumente precisa enfrentar um déficit cívico-político para a pratica cidadã, e para tal, a composição de estratégia(s) na conformação de um desenho e arranjos sociopolíticos de governança territorial democrática se torna condição sine qua non para a experimentação de metodologias, processos e dinâmicas voltadas para construção de bases estruturais para um território saudável. Na delimitação do PTUS, a atuação em Manguinhos assume o caso piloto, na qual elegeram-se eixos para uma atuação estratégica, a saber: fortalecimento dos grupos populares e suas redes locais; articulação local, regional, estadual e nacional na sua relação com as políticas públicas; formação sociotécnica; difusão da cultura democrática; unidade de intervenção no território. Tomando por base o tema da 16ª Conferência Nacional de Saúde (CNS) em 2019, que irá revisitar os princípios democráticos debatidos na histórica 8ª CNS, vale incidir na assertiva de “reinventar a democracia”, o que, parafraseando Boaventura de Sousa Santos, se assenta em conclamar os sujeitos de uma determinada localidade para a reflexão e luta política que pode se processar por diferentes meios. Lutar por educação, assistência social, lazer, emprego, entre outros, significa compreender que tais dimensões articuladas contribuem para o viver saudável. Tal experimentação se assenta na conformação de sujeitos conscientes de sua situação sócio histórica de vulnerabilização. Nesta atividade, objetiva-se, portanto, a promoção de debates sobre experiências, mecanismos potencializadores, desenhos metodológicos, entraves, desafios e boas práticas em torno do estabelecimento de instâncias de Governança Territorial.

Coordenador: ANDRE LUIZ DA SILVA LIMA - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (RJ)
CA-Bloco A -105


• Sexta-feira, 27 de setembro de 2019
Horário Atividade Sala
08:30 - 12:00 Curso Pré-Congresso
C11 - Utilizando a Abordagem de Narrativas em Dispositivo Grupal para a Formação, Gestão do Cuidado e em Intervenções em Saúde. (continuação)
Curso Pré-Congresso
C11 - Utilizando a Abordagem de Narrativas em Dispositivo Grupal para a Formação, Gestão do Cuidado e em Intervenções em Saúde. (continuação)

Coordenadora: Marilene de Castilho Sá - ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA SERGIO AROUCA/FIOCRUZ (RJ)
Coordenadora: Lilian Miranda - ENSP/FIOCRUZ (RJ)
CCM-P4A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 40 - Dicionário de Favelas Marielle Franco (continuação)
Oficina - Pré-Congresso
OF 40 - Dicionário de Favelas Marielle Franco (continuação)

Coordenador: Marcelo Fornazin (Brasil)
CCM-AUDITÓRIO-Térreo- (150 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 9 - “Corpos em Aliança”: Pensando Formas de Pesquisar, Resistir em Tempos de Retrocesso
Oficina - Pré-Congresso
OF 9 - “Corpos em Aliança”: Pensando Formas de Pesquisar, Resistir em Tempos de Retrocesso
A atividade é proposta por pós-graduandos em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e prevê o compartilhamento de experiências sobre o exercício acadêmico a partir de abordagens de temáticas “desviantes”, tidas como subalternas, levando em consideração alguns dos principais desafios enfrentados durante essa trajetória de pesquisa. Ela propõe refletir sobre a vivência acadêmica comprometida com posicionamentos políticos ao se dedicar a temas na área da saúde que vêm sendo atacadas pela atual conjuntura brasileira de conservadorismo.
Frente às expressões brasileiras deste cenário global, almeja-se abordar as experiências de pesquisar: a resistência política dos corpos. A partir da noção de “Copos em aliança” de Judith Butler e da facilitação de uma dinâmica corporal que será colocada em prática na abertura e encerramento da oficina, destinada a um público de aproximadamente 25 pessoas, buscará refletir sobre quais são as implicações relacionadas ao esforço intelectual dos estudantes no atual contexto e suas estratégias de resistência de corpos em assembleia, reunidos em forma de luta. A realidade cotidiana nos moldes neoliberais cada vez mais selvagens, precariza os corpos, os individualiza e os despolitiza, demandando esforço contrário de coletivização e valorização dos corpos e das temáticas desprezadas hegemonicamente.
Diante das conjunturas atuais é central refletir sobre como zelar e reunir nossos corpos (em aliança) para manter vitalizada a produção de conhecimento contra-hegemônico e pautar a preservação da autonomia do âmbito acadêmico diante dos ávidos interesses predatórios.

Coordenadora: Denise Anjos de Oliveira - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ)
Coordenadora: Victória Franco Martin - IMS (RJ)
Coordenadora: Clara Alves Silva - INSTITUTO DE MEDICINA SOCIAL (IMS) DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO (UERJ) (RJ)
Coordenador: Igor de Assis Rodrigues - INSTITUTO DE MEDICINA SOCIAL - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ)
Coordenador: Renato Gonzales de Medeiros Junior - UERJ (RJ)
CCM-P4B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Curso Pré-Congresso
C16 - Saúde da Mulher numa Perspectiva Feminista (continuação)
Curso Pré-Congresso
C16 - Saúde da Mulher numa Perspectiva Feminista (continuação)

Coordenadora: Thais Machado Dias - ONG: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde (Brasil)
CCM-P1 2º andar-(60 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 41 - Saúde e Literatura: A Literatura como Alento para a Construção do Bem Viver (continuação)
Oficina - Pré-Congresso
OF 41 - Saúde e Literatura: A Literatura como Alento para a Construção do Bem Viver (continuação)

Coordenadora: Tânia Maria de Almeida Alves - FIOCRUZ MINAS (MG)
Coordenadora: Daniella Guimarães de Araújo (Brasil)
CCM-APOIO 2-3º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 42 - Plano de Parto para Mulheres em Alto Grau de Vulnerabilidade Social (continuação)
Oficina - Pré-Congresso
OF 42 - Plano de Parto para Mulheres em Alto Grau de Vulnerabilidade Social (continuação)

Coordenadora: Thais Machado Dias - ONG: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde (Brasil)
CCS-609 Bloco Doralice 60
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 22 - APS no SUS Hoje: Pesquisas, Desafios e Inovações (continuação)
Oficina - Pré-Congresso
OF 22 - APS no SUS Hoje: Pesquisas, Desafios e Inovações (continuação)

Coordenadora: Ligia Giovanella (Brasil)
Coordenador: Luiz A.Facchini (Brasil)
CCS-508 Bloco Doralice 60
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 20 - Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no Atual Cenário do Trabalho: Desafios e Perspectivas (SOMENTE PARA CONVIDADOS) (continuação)
Oficina - Pré-Congresso
OF 20 - Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no Atual Cenário do Trabalho: Desafios e Perspectivas (SOMENTE PARA CONVIDADOS) (continuação)

Coordenadora: Jandira Maciel da Silva - UFMG (MG)
CCS-509 Bloco Doralice 60
08:30 - 12:00 Curso Pré-Congresso
C7 - Educação e Trabalho Interprofissional em Saúde (continuação)
Curso Pré-Congresso
C7 - Educação e Trabalho Interprofissional em Saúde (continuação)

Coordenador: Marcelo Viana da Costa - Rede Brasileira de Educação e Trabalho Interprofissional em Saúde (ReBETIS); GT Trabalho e Educação na Saúde da Abrasco (Brasil)
Coordenadora: Janete Lima Castro - UFRN (RN)
Coordenadora: Marina Peduzzi - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (SP)
CCS-602 Bloco Doralice 40
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 10 - Educação Popular e a Formação dos Profissionais em Saúde: A Experiência no Recôncavo da Bahia
Oficina - Pré-Congresso
OF 10 - Educação Popular e a Formação dos Profissionais em Saúde: A Experiência no Recôncavo da Bahia
Diante dos desafios para a formação de profissionais em saúde, consubstanciado nas práticas do fazer autônomo (ensino/aprendizagem), torna-se essencial, no atual contexto sociopolítico da sociedade brasileira, compartilhar as experiências e debater as estratégias de uma abordagem interdisciplinar que possibilite a interação da práxis pedagógica. Esta oficina, portanto, tem por objetivo discutir como a Educação Popular faz-se um instrumento necessário para a promoção de uma formação mais humanizada e ativa em que os envolvidos (re)signifiquem o protagonismo dos sujeitos, pautada nos princípios da interdisciplinaridade. Metodologicamente, aspira-se promover um debate teórico-metodológico a partir do projeto pedagógico e da experiência do Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Neste sentido, propomos expor como se articulam os saberes dos itinerários formativos, refletindo sobre os desafios da formação em saúde ante um cenário de esvaziamento funcional dos sentidos da aprendizagem emancipadora. Para tanto, utilizar-se-á das bases epistemológicas da educação popular. Em suma, a perspectiva é articular as experiências da formação no campo das ações da política de Estado, no que tange às políticas de saúde, e a formação humanista e sua interface com os movimentos sociais nos territórios de disputa política com ênfase na formação dos profissionais em saúde. Estima-se a participação de docentes, discentes, pesquisadores, profissionais da saúde e movimentos sociais envolvidos com a educação popular e experiência na formação em saúde.

Coordenadora: Diana Anunciação Santos - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA (BA)
Coordenador: Carlos Alberto Santos de Paulo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA (BA)
Coordenadora: Lívia Milena Barbosa de Deus - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA (UFRB) (BA)
CCM-APOIO 1-3º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 14 - “Para Mudar o Mundo é Preciso Mudar a Forma de Nascer”: O Protagonismo da Mulher e a Violência Institucional em Obstetrícia
Oficina - Pré-Congresso
OF 14 - “Para Mudar o Mundo é Preciso Mudar a Forma de Nascer”: O Protagonismo da Mulher e a Violência Institucional em Obstetrícia
A oficina tem como objetivo construir um espaço formativo com os congressistas sobre a humanização do parto e a violência institucional em obstetrícia. Pretende-se durante o encontro desenvolver estratégias de enfrentamento da violência obstétrica a partir da troca de conhecimentos e experiências entre os presentes. A oficina possibilitará o aprimoramento, atualização e ampliação dos saberes sobre o pré-natal, parto e pós-parto. Será dividida em dois momentos, um referente ao debate conceitual e outro com discussões de estratégias de enfrentamento da violência institucional em obstetrícia. Público: estudantes e professores de graduação e pós-graduação, profissionais de saúde e movimentos sociais.

Coordenadora: Gisseila Andrea Ferreira Garcia - UFMG (MG)
CCM-P6A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 16 - Saúde Coletiva e Literatura - Ampliando Conexões
Oficina - Pré-Congresso
OF 16 - Saúde Coletiva e Literatura - Ampliando Conexões
Descrição e objetivo: A partir da leitura de trechos de textos literários, a oficina propõe discutir a interface entre a Literatura e a Saúde Coletiva com ênfase na produção de conhecimento na área da saúde. Através da questão disparadora: “pode a literatura compor com a saúde?” queremos explorar as possibilidades de caminhos transdisciplinares na reflexão sobre temas do processo saúde e doença em um dado contexto histórico e social. A articulação com a literatura apresenta-se não como um mero enfeite na produção do conhecimento científico, pois compõe uma estratégia vital de pensamento e de pesquisa que pode constituir a própria escrita. Nesse sentido, o interesse em dialogar com a literatura não responde a um propósito de comprovar argumentos, de construir metáforas ou quaisquer outras figuras de linguagem. A literatura na construção da pesquisa em saúde nos possibilita pensar. É também com ela que fabricamos as condições de existência do problema e da investigação, entendendo que a ciência não se acha fora do mundo, mas dentro dele, em condição de inseparabilidade entre si mesma e os demais saberes. Portanto, trata-se de uma aposta que reside em uma não hierarquização entre distintos saberes, possibilitando o diálogo entre diversos territórios como a ciência, a filosofia, o cinema e a literatura.
Metodologia ativa com leitura coletiva de trechos literários e debate articulando com temas reconhecidamente da área da saúde.
Público-alvo: estudantes, pesquisadores e docentes.

Coordenadora: Hevelyn Rosa Machert da Conceição - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (SP)
CCS-610 Bloco Doralice 60
08:30 - 12:00 Curso Pré-Congresso
C8 - Hermenêutica e Saúde: O Encontro do Outro na Construção do Conhecimento e do Cuidado. (continuação)
Curso Pré-Congresso
C8 - Hermenêutica e Saúde: O Encontro do Outro na Construção do Conhecimento e do Cuidado. (continuação)

Coordenador: José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres - Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (SP)
CCM-P7A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 25 - Humanização e Diversidade: Inclusão como Desafio
Oficina - Pré-Congresso
OF 25 - Humanização e Diversidade: Inclusão como Desafio
A presente proposta de oficina tem como escopo propor uma reflexão aos profissionais que integram a atenção ao parto, pesquisadores, militantes, ativistas e demais interessados no tema sobre como padrões cisheteronormativos são fortemente reproduzidos no universo da humanização do parto e nascimento, e assim, abrir espaço para a discussão sobre as causas e consequências desse fenômeno. A partir da problematização de conceitos rígidos e estáticos sobre concepção, gestação, maternagem e família, pretende-se refletir sobre o (não) lugar de mães solo, de indivíduos e famílias LGBTQI+, de casais que optam pela realização de inseminação caseira, de pessoas que praticam a coparentalidade, etc. no movimento pelo parto digno e respeitoso. E diante da produção decorrente dessa discussão pretende-se construir coletivamente estratégias para romper com esse cenário nas áreas de atuação dos participantes e com isso contribuir para a elaboração e implementação de práticas verdadeiramente inclusivas para todas, todos e todes.

Coordenadora: Luiza Dantas Soler - SETORIAL DE MULHERES DO PSOL, ADOULASRJ E IMS/UERJ (RJ)
CCM-P6B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 28 - Morte, uma Lição de Vida: Lidar com o Morrer no Trabalho em Saúde
Oficina - Pré-Congresso
OF 28 - Morte, uma Lição de Vida: Lidar com o Morrer no Trabalho em Saúde
Ao longo do tempo, os avanços na ciência e na tecnologia biomédica foram cada vez mais incrementados, contribuindo para a falsa ideia sobre a possibilidade de controle e domínio da morte. A morte é um tema interditado, evitado tanto na sociedade leiga quanto no diálogo entre profissionais de saúde e pacientes, pois é encarada como um fracasso profissional na área da saúde. O ensino e o aprendizado do lidar com a morte tem sido objeto de atenção de alguns autores, mas mudanças na formação em saúde com o aprofundamento dessa temática ocorrem muito lentamente. O objetivo desta oficina é de provocar reflexões sobre a prática e o ensino dos profissionais de saúde diante do processo de adoecer e morrer de um paciente. Para isto, utilizaremos “cenas” projetivas escritas por cada participante que serão convidados a compartilharem seus relatos de "cenas", a partir das quais se desenvolverá o debate acerca das dificuldades para lidar com o processo de morte junto do paciente, de forma a compartilharmos enfrentamentos e caminhos para o bem viver-morrer.
10 vagas para congressistas e 20 para convidados.

Coordenador: Marcos Oliveira Dias Vasconcelos - UFPB (PB)
CCM-P7B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Oficina - Pré-Congresso
OF 36 - Saúde, Currículo, Formação: Projetos Pedagógicos de Cursos para a Promoção da Igualdade Racial e na Perspectiva da Interseccionalidade. (continuação)
Oficina - Pré-Congresso
OF 36 - Saúde, Currículo, Formação: Projetos Pedagógicos de Cursos para a Promoção da Igualdade Racial e na Perspectiva da Interseccionalidade. (continuação)

Coordenadora: Rosana Batista Monteiro - UFSCAR (SP)
CCM-P5B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Reunião - Pré-Congresso
R2 - Lançamento da BVS Saúde dos Povos Indígenas
Reunião - Pré-Congresso
R2 - Lançamento da BVS Saúde dos Povos Indígenas
Essa reunião fará o lançamento e apresentação da Biblioteca Virtual em Saúde dos Povos Indígenas coordenada pelo grupo de pesquisa “Saúde, Epidemiologia e Antropologia dos Povos Indígenas” da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz) em parceria com o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fioruz), ABRASCO e BIREME/OPAS. Essa iniciativa visa dar visibilidade e facilitar o acesso a produções acadêmicas, técnicas, didáticas e audiovisuais da área de saúde dos povos indígena. Apesar do crescimento da produção técnico e científica da área, observa-se que esses conhecimentos não têm tido a visibilidade necessária para subsidiar os processos formativos de profissionais, a organização dos serviços de saúde ou a atuação de lideranças indígenas. Dessa forma, essa iniciativa visa reunir e disponibilizar a produção técnico-científica da área com uma plataforma diferenciada no processo de busca dos itens bibliográficos. A atividade contará com a presença dos parceiros institucionais ENSP, ICICT, ABRASCO e BIREME/OPAS, e com representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).
https://portal.fiocruz.br/noticia/biblioteca-virtual-de-saude-dos-povos-indigenas-e-institucionalizada
https://www.abrasco.org.br/site/outras-noticias/formacao-e-educacao/saude-dos-povos-indigenas-ganhara-biblioteca-virtual/39796/

Coordenador: Ana Lucia Pontes - Fundação Oswaldo Cruz (RJ)
CCS-Auditório Fono e TO
08:30 - 12:00 Reunião - Pré-Congresso
R4 - Reunião do GT Racionalidades Médicas e PICS
Reunião - Pré-Congresso
R4 - Reunião do GT Racionalidades Médicas e PICS
O GT Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas e Complementares em Saúde teve origem há mais de 10 anos na ABRASCO e com sua construção passou a agregar novos membros aos longos dos anos. Neste sentido, a reunião visa propiciar um momento de apresentação, diálogo e planejamento para ações no âmbito da sociologia das PICS, e seu estudo no SUS.

Coordenador: Bernardo Diniz Coutinho (Brasil)
CCM-P8B 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Outras Atividades Pré-Congresso
O8 - Fortalecer a Rede, Qualificar a Atuação: Reunião de Integrantes da Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa (continuação)
Outras Atividades Pré-Congresso
O8 - Fortalecer a Rede, Qualificar a Atuação: Reunião de Integrantes da Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa (continuação)
A Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa atua desde 2006 na proteção e promoção dos direitos humanos das mulheres, em especial no que se refere a seus direitos sexuais e reprodutivos. A primeira grande ação da rede compreendeu uma denúncia ao Ministério Público Federal sobre o abuso de cesarianas no setor suplementar de saúde, o que se desdobrou em uma ação civil pública em face da ANS, que foi condenada a exercer seu papel regulatório. Essa ação está em disputa novamente, uma vez que a ANS recorreu da sentença e ela se encontra, atualmente, suspensa, mas a rede continua mobilizada em torno dessa e de outras questões. Assim, por exemplo, elaborou dossiê Intitulado “Violência obstétrica: parirás com dor”, que foi incorporado ao relatório final da CPMI da violência contra a mulher, confirmando o tema como pauta de políticas públicas. Além de se apropriar dos estudos da saúde pública e de gênero para fortalecer sua atuação, a rede busca, atualmente, reunir presencialmente suas integrantes para autoformação e construção de um plano de ação para os próximos anos, uma vez que os direitos das mulheres, em especial seus direitos sexuais e reprodutivos, estão sendo cerceados a cada nova proposição no atual contexto político e social. Algumas integrantes da rede já estão inscritas no congresso e a realização na Região Nordeste será estratégica para incluir as integrantes que não estão no eixo Sul-Sudeste, as quais normalmente enfrentam mais obstáculos com relação a transporte para fora de seus locais de origem.

Coordenadora: Denise Yoshie Niy - PARTO DO PRINCÍPIO - MULHERES EM REDE PELA MATERNIDADE ATIVA (SP)
CCM-P8A 2º andar-(30 paxs)
08:30 - 12:00 Reunião - Pré-Congresso
R10 - Reunião de Trabalho: Formando uma Rede de Pesquisadores, Profissionais de Saúde, Gestores e Ativistas em IST/HIV/AIDS
Reunião - Pré-Congresso
R10 - Reunião de Trabalho: Formando uma Rede de Pesquisadores, Profissionais de Saúde, Gestores e Ativistas em IST/HIV/AIDS
Esta atividade vincula-se ao GT IST/HIV/AIDS, Políticas e Subjetividades e objetiva fazer um chamado aos atores da área de HIV/Aids que estarão presentes no 8º Congresso de Ciências Humanas e Sociais em Saúde da Abrasco em João Pessoa. A ideia é pensar modos de articulação entre nós, ampliar as trocas institucionais, interdisciplinares e intersetoriais ou outros encaminhamentos sugeridos pelo grupo que vier a se formar. A proposta de uma reunião de trabalho responde a questões de conjuntura que afetam as pesquisas e ações em HIV/Aids. Salientamos, por exemplo, a descontinuidade dos congressos de prevenção do Ministério da Saúde (o último deles tendo ocorrido no ano de 2015, em João Pessoa), que tem acarretado a ausência de um fórum para a articulação entre pesquisadores e ativistas, sobretudo. Por outro lado, é preciso pensar formas de aproximar agendas diferentes em torno de uma luta comum, que se configura na resistência aos ataques atuais que reverberam sobre todos esses atores: a retração das políticas públicas de prevenção e tratamento do HIV/Aids, no contexto de desmonte do SUS; os movimentos sociais, que estão sendo desidratados e criminalizados; as universidades e instituições de pesquisa públicas, responsáveis por boa parte da produção de conhecimento sobre HIV/Aids. A metodologia adotada será do tipo participativo, contando-se com os quatro pesquisadores que coordenam o GT na função de facilitação e relatoria para posterior registro e desdobramentos.

Coordenadora: Ivia Maksud - FIOCRUZ - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (RJ)
08:30 - 12:00 Reunião - Pré-Congresso
R12 - Reunião do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva
Reunião - Pré-Congresso
R12 - Reunião do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva
Reunião anual do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva, na qual estudantes, docentes e sanitaristas formados(as) pela graduação em Saúde Coletiva compartilham experiências acerca da formação e exercício profissional, diretrizes curriculares e regulamentação da profissão de sanitarista no Brasil.

Coordenadora: Liliana Santos - ISC/UFBA (BA)
CCM-P2 2º andar-(60 paxs)
08:30 - 12:00 Reunião - Pré-Congresso
R14 - Reunião da Comissão de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da ABRASCO
Reunião - Pré-Congresso
R14 - Reunião da Comissão de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da ABRASCO
A Comissão de Ciências Sociais e Humanas em Saúde / CCSHS da ABRASCO se reunirá para abordar 2 pontos de pauta: 1 - apresentação do relatório de atividades da gestão 2017-2019; 2 - eleição do núcleo de coordenação da CCSHS durante o período 2020-2022. Para tanto, os 53 integrantes - entre titulares e suplentes, de 29 instituições de ensino superior nas 5 regiões do país - desta comissão serão convocados a participar, bem como ex-integrantes, fomentando uma discussão sobre as conquistas e desafios das CSHS no período.

Coordenador: Martinho Braga Batista e Silva - IMS-UERJ (RJ)
CCM-GERAL 1-2º andar-(60 paxs)
08:30 - 12:00 Fórum - Pré-Congresso
F16 - Ciências Sociais e Humanas e Saúde: Qual o Papel desses Profissionais na Saúde Coletiva?
Fórum - Pré-Congresso
F16 - Ciências Sociais e Humanas e Saúde: Qual o Papel desses Profissionais na Saúde Coletiva?
No contexto atual brasileiro, propiciar espaços de interlocução entre experiências e práticas oriundas de distintas formações é imprescindível para a disseminação do conhecimento, relacionando e compartilhando saberes na construção do bem viver e, em especial, na defesa do direito à saúde a partir da consolidação e fortalecimento do SUS.
Nesse sentido, muitas são as contribuições das ciências humanas e sociais para a formação mais abrangente do sanitarista, como a difusão e implementação de metodologias qualitativas de pesquisa, a concepção de uma série de preceitos fundamentais, como o conceito de determinantes sociais da saúde, o estudo sobre as instituições e as políticas de saúde; as representações sociais da doença, a relação indivíduo e sociedade no contexto social e impacto nos processos saúde-doença; o papel dos movimentos sociais; o papel do Estado na conformação das políticas de saúde, entre outros. Ademais, as ciências sociais e humanas têm tido um papel fundamental nas práticas de saúde uma vez que têm auxiliado de forma importante na mudança do modelo biomédico para adoção de estratégias baseadas na humanização e integralidade, tendo como enfoque o contexto onde as populações vivem
e como este pode impactar em seu bem-estar. Todas essas práticas colocam lado-a-lado a saúde pública e as ciências humanas e sociais constituindo um processo formativo orgânico.
Nesse sentido, o objetivo deste fórum é refletir acerca da atuação dos profissionais da área de ciências sociais e humanas na saúde, bem como sobre os desafios e dificuldades em sua inserção.

Coordenadora: Michele Souza e Souza - ENSP/ FIOCRUZ (RJ)
Coordenadora: Luanda de Oliveira Lima - IFF / FIOCRUZ (RJ)
Coordenadora: Fernanda do Nascimento Martins - EPSJV / FIOCRUZ (RJ)
CCM-P3 2º andar-(60 paxs)
08:30 - 12:00 Fórum - Pré-Congresso
F17 - Fórum Nacional de Residências em Saúde/ Encontro de Residências em Saúde do Campo
Fórum - Pré-Congresso
F17 - Fórum Nacional de Residências em Saúde/ Encontro de Residências em Saúde do Campo
As residências em saúde estão passando por um momento delicado, e a articulação dos segmentos que a compõem (tutores, preceptores, residentes e coordenadores) é muito importante. É preciso fortalecer a organização dos fóruns nos diversos estados e por segmento, bem como analisar a conjuntura para propor nossas pautas de reivindicação e garantia dos direitos já conquistados.

Coordenadora: Paulette Cavalcanti de Albuquerque - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES - FIOCRUZ PE (PE)
Grace Fátima Souza Rosa - FESF-SUS e FioCruz-BA (BA)
Ana Célia Oliveira dos Santos - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (PE)
CCS-605 Bloco Doralice 50
08:30 - 12:00 Outras Atividades Pré-Congresso
O18 - Mborayu – O Espírito que nos Une
Outras Atividades Pré-Congresso
O18 - Mborayu – O Espírito que nos Une
Durante o desenvolvimento da pesquisa “Práticas tradicionais de cura e plantas medicinais mais prevalentes entre os indígenas da etnia Guarani-Kaiowá na região Centro-Oeste”, nosso grupo de pesquisa produziu o documentário intitulado “Mborayu – O Espírito que nos Une”.
Nosso objetivo foi estudar práticas tradicionais de cura da etnia Guarani-Kaiowá visando seu fortalecimento e sua integração à rede oficial de saúde, assim como promover manifestações culturais diferenciadas com finalidade terapêutica. No conjunto das atividades desenvolvidas, realizamos visitas as aldeias indígenas no Estado do Mato Grosso do Sul, e entrevistamos atores-chave que incluem rezadores, benzedores, parteiras, antropólogos, profissionais de saúde e gestores do subsistema de atenção à saúde indígena da Secretaria Especial de Saúde do Ministério da Saúde.
Nossa pesquisa está alinhada à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), em vigor desde 2006. Apesar do avanço tecnológico e da ampliação do acesso aos serviços de saúde – que incluem acesso aos mais modernos medicamentos, novos testes diagnósticos e consultas com especialistas – no Brasil contemporâneo, há uma crescente demanda da população por Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). As PICS foram inseridas ao SUS com diretrizes e responsabilidades institucionais claramente definidas para oferta de serviços e incluem aproximadamente 30 modalidades.
Não obstante a institucionalização das PICS no SUS, ainda são extremamente insipientes os serviços de saúde que acolhem especialistas da medicina tradicional indígena. Mais raras ainda são as iniciativas que buscam dar visibilidade a essa temática e inserir como protagonistas na construção das políticas públicas em saúde os povos indígenas.
Diante disso, nosso grupo de pesquisa pretende realizar a projeção do documentário “Mborauy - O espírito que nos une” e promover um debate sobre a importância da medicina tradicional indígena para a promoção da saúde dos povos indígena no Brasil.

Coordenador: Paulo Cesar Basta - ENSP (RJ)
CCS-606 Bloco Doralice 50
08:30 - 12:00 Outras Atividades Pré-Congresso
O19 - Exposição Fotográfica: III Encontro de Saberes da Caatinga na Chapada do Araripe (continuação)
Outras Atividades Pré-Congresso
O19 - Exposição Fotográfica: III Encontro de Saberes da Caatinga na Chapada do Araripe (continuação)
A Exposição Fotográfica enquadra-se na Política Nacional de Extensão Universitária que prevê a articulação da Extensão com as políticas públicas, com os movimentos sociais e também com os setores produtivos da sociedade, possibilitando „novos meios e processos de produção, inovação e disponibilização de conhecimentos, permitindo a ampliação do acesso ao saber e o desenvolvimento tecnológico e social”, priorizando assim “práticas voltadas para o atendimento de necessidades sociais (…), relacionadas com as áreas de Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde (...)”, entre outras. Além disso, o projeto de comunicação em questão buscou a “valorização de uma experiência interinstitucional”, que resultasse de um trabalho em “redes e parcerias”, voltadas para o “intercâmbio e a solidariedade” (POLITICA NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA 2012: 5).
Através deste Projeto, a equipe de Comunicação procurou principalmente dar visibilidade ao Encontro de Saberes da Caatinga e contribuir para a memória visual de agentes tradicionais de cura e detentores de um conhecimento ameaçado em sua continuidade, observando a devida devolução aos envolvidos no processo, do conhecimento difundido e compartilhado. A exposição portanto viajará periodicamente pelas instituições, eventos e comunidades interessadas.

Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: FORPROEX; 2012. Available from: http://www.renex.org.br/documentos/2012-07-13-Politica-Nacional-de-Extensao.pdf Acesso em 22.5.2019
CCM-Salão Principal
08:30 - 12:00 Reunião - Pré-Congresso
R20 - Reunião do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e do Comitê Nacional de Promoção do Uso Racional de Medicamentos
Reunião - Pré-Congresso
R20 - Reunião do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e do Comitê Nacional de Promoção do Uso Racional de Medicamentos
A presente roda de conversa irá apresentar as atividades de dois movimentos sociais que transversalizam as discussões da saúde coletiva e dos movimentos sociais, a saber: o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e do Comitê Nacional de Promoção do Uso Racional dos Medicamentos. O Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade surge em 2010 como movimento social articulando usuárixs, trabalhadorxs e pesquisadorxs no combate ao avanço da medicalização na educação, que se tornou evidente por meio da explosão dos diagnósticos como TDAH e Dislexia. Já o Comitê de Promoção do Uso Racional dos Medicamentos foi criado em 2007 como instância consultiva do Ministério da Saúde e promove a discussão sobre o uso irracional dos medicamentos. Desde 2018, o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade soma esforços na discussão da medicalização da sociedade dentro do Comitê de promoção do uso racional dos medicamentos, promovendo o debate ampliado e qualificado sobre o tema. Nessa atividade propõe-se um encontro para apresentar o trabalho aos interessados, assim como promover e fomentar a criação de núcleos de discussão da temática pelo país.

Coordenador e Expositor: Rui Massaro Harayama - UFOPA (PA)
CCS-601 Bloco Doralice 40
12:00 - 13:30 Intervalo
.
Intervalo
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13:30 - 15:30 Cerimônia de Abertura
Cerimônia de Abertura

Presidente da ABRASCO: Gulnar Azevedo - Presidente da ABRASCO (RJ)
Presidente do 8° Congresso e Coordenador da Comissão CSHS/ABRASCO: Martinho Braga Batista e Silva - IMS-UERJ (RJ)
Presidente Comissão Local do Congresso: Pedro José Santos Carneiro Cruz - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB) (PB)
Representante OPAS: Socorro Gross - Representante OPAS (Brasil)
Presidente CNS: Fernando Pigatto - Presidente CNS (Brasil)
Reitora da UFPB: Margareth Diniz - Reitora da UFPB (PB)
Secretário de Estado de Saúde: Geraldo Medeiros - Secretário de Estado de Saúde (Brasil)
Secretário Municipal de Saúde: Adalberto Fulgêncio - Secretário Municipal de Saúde (Brasil)
Liderança Indígena
Atividade Cultural
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
15:30 - 16:00 Homenagem a Palmira Lopes
Homenagem a Palmira Lopes

Palmira Lopes - Movimento Popular de Saúde da Bahia (PB)
Margareth Diniz - Reitora da UFPB (PB)
Fernando Pigatto - Presidente CNS (Brasil)
Iris Abilio - Residência Multiprofissional em Atenção Basica da Família de Jaboatão dos Guararapes (PB)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
16:00 - 16:15 Atividade Cultural
Atividade Cultural
16:15 - 17:30 Palestra
O Campo da Saúde Coletiva
Palestra
O Campo da Saúde Coletiva

Coordenador: Arlindo Fábio Gomez de Sousa - Fundação Oswaldo Cruz (RJ)
Palestrante: Ligia Vieira (Brasil)
Debatedora: Tatiana - ENSP/FIOCRUZ (RJ)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
17:30 - 19:00 ABRASCO 40 anos: Contribuições e Desafios
ABRASCO 40 anos: Contribuições e Desafios

Coordenador: Arlindo Fábio Gomez de Sousa - Fundação Oswaldo Cruz (RJ)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
19:00 - Forró com “Os Fulanos”
Forró com “Os Fulanos”
CCHLA-Tenda Palmira Lopes


• Sábado, 28 de setembro de 2019
Horário Atividade Sala
08:30 - 10:30 Debate Emergente
Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva
Debate Emergente
Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva

Jose Francisco de Melo Neto - UFPB (PB)
João Arriscado Nunes - CES/UC (Outro)
Elisa Pankararu (PE)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 3 - Populações em Situação de Vulnerabilidade, Mobilização e Participação Social: Diálogos do Acesso ao Cuidado em Saúde
Mesa Redonda
MR 3 - Populações em Situação de Vulnerabilidade, Mobilização e Participação Social: Diálogos do Acesso ao Cuidado em Saúde
A crescente demanda dos movimentos populares, por inserção nas instâncias de
participação e controle social ou de gestão do SUS (Conselhos de Saúde, Comitês,
Câmaras Técnicas, etc.) ou nos espaços acadêmicos dos grupos de pesquisas, Comitês
de Éticas e Conselhos Universitários, formula um cenário diferenciado e instigante de
diálogo, interação e também, de conflito. O “paciente” no campo da saúde, ou o
“sujeito de estudos” para a academia, passa a ocupar a partir de sua
vivencia/militância, um lugar de fala e de intervenção, construindo novos paradigmas
que confrontam a democratização das informações, influenciando uma nova forma de
solidariedade do conhecimento produzido a partir ou sobre si. O conceito de
Vulnerabilidade não mais comporta falar do outro, sem entender o contexto
biopsicossocial ao qual está inserido e quais determinantes das condições de saúde
serão preponderantes no acesso aos serviços de saúde. Torna-se necessário abarcar a
noção de Interseccionalidade que levará a compreender como as articulações de
diferentes categorias sociais inter-relacionam-se produzindo desigualdades e
injustiças, revelando a complexidade da situação de/em saúde, seja de pessoas
acometidas por doenças crônicas, mulheres ou integrantes de religiões afro-brasileiras.
Nesse sentido, essa mesa configura-se como espaço potente de estimulação do debate
crítico, confrontando o posicionamento ético-epistemológico e político frente ao
cenário brasileiro atual onde o debate sobre racismo, machismo e intolerância
religiosa se apresenta como indispensável. Ampliar a participação e o diálogo entre
atores sociais e seus saberes forma uma cadeia impactante de transformação e
consolidação de um SUS verdadeiramente para todos e todas.

Coordenadora: Rosimery Costa dos Santos - Secretaria de saúde do RECIFE / Pernambuco (PE)
Expositora: Hildevânia Macedo (PB)
Expositora: Adélia de Moura Gomes (Brasil)
Expositor: Altair dos Santos - ABADFAL - ASS. BAIANA DAS PESSOAS COM DOENÇAS FALCIFORMES (BA)
CCSA-AUD-TÉRREO-(180 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 18 - Desafios Sociais e Políticos para Enfrentamento dos Retrocessos nos Direitos Sexuais e Reprodutivos: Aborto e Contracepção sob Ameaça
Mesa Redonda
MR 18 - Desafios Sociais e Políticos para Enfrentamento dos Retrocessos nos Direitos Sexuais e Reprodutivos: Aborto e Contracepção sob Ameaça
O grave momento político do Brasil, com expressivos retrocessos nos direitos sexuais e reprodutivos antes conquistados, coloca usuárias do Sistema Único de Saúde, profissionais de saúde, grupos organizados de mulheres, movimentos feministas e pesquisadorxs bastante alarmados. Em conjunto com GT 16, a mesa propõe uma reflexão ética, política e sociológica sobre os necessários enfrentamentos para se fazer avançar conquistas no plano das políticas públicas de saúde, como expansão das possibilidades previstas para o aborto legal (ADI/5581, como grávidas de fetos com microcefalia, relacionada ao zika vírus); ampliação do acesso à contracepção de emergência, debate sobre inclusão dos métodos contraceptivos de longa duração no SUS, dispensação do misoprostol em farmácias, combate ao racismo e à violência institucional na atenção hospitalar em casos de abortamento e parto. Assim, reunimos expositoras de diversas instituições e regiões do país, com inserção em universidades e participações políticas em instâncias colegiadas que atuam na luta pela descriminalização do aborto (ADPF 442, em julgamento no STF, até a 12ª semana de gestação) e melhoria da qualidade da atenção à contracepção (reversível ou não) no SUS. O fio condutor do debate se apoia no fato da regulação do corpo e da sexualidade feminina ser uma dimensão bastante suscetível para intervenções do Estado, quando a pobreza e violência urbana se acirram na sociedade. Os recentes episódios que envolvem decisões judiciais para laqueadura compulsória para mulheres em situação de rua ou colocação de DIU em adolescentes abrigadas demonstram o quanto o princípio de autonomia reprodutiva das mulheres está em questão.

Coordenadora: Elaine Reis Brandão - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA/UFRJ (RJ)
Expositora: CRISTIANE DA - FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA - USP (SP)
Expositora: Rozeli - Departamento de Antropologia/Universidade Federal do Rio Grande do Norte, representante da Associação Brasileira de Antropologia no STF na audiência pública ADPF442 (RN)
Expositora: Sondre (Camilla) Schneck - UFRGS (RS)
CCHLA-AUD-411-Bloco IV (200 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 53 - Movimentos Sociais do Campo como Prática da Agroecologia, Educação Popular e Saúde na Perspectiva da Construção Compartilhada do Bem Viver
Mesa Redonda
MR 53 - Movimentos Sociais do Campo como Prática da Agroecologia, Educação Popular e Saúde na Perspectiva da Construção Compartilhada do Bem Viver
A agroecologia vem ganhando crescente reconhecimento social e político encabeçada pelos movimentos sociais do campo e embasada em diversos documentos técnicos, políticos e oficiais, que indicam o enfoque agroecológico como a única alternativa capaz de enfrentar estruturalmente múltiplas dimensões da crise civilizatória que se aprofunda como resultado de padrões de desenvolvimento ambientalmente insustentáveis e socialmente excludentes. A mesa propõe-se a fazer o diálogo da agroecologia com a Saúde (e a saúde do Campo) como enfoque de transformação dos padrões dominantes de produção, distribuição e consumo de alimentos. Entende-se que este diálogo é parte necessária e essencial da construção do Bem Viver, contribuindo para superação das formas de organização socialmente injustas e ambientalmente predatórias que prevalecem no mundo rural brasileiro. São várias as iniciativas na área da saúde e agroecologia, tem na educação popular o seu referencial teórico-metodológico, num trabalho que já se desenvolve por muitos anos. Há diversas formações nessa perspectiva, bem como a incorporação da agroecologia, saúde e educação popular em outras formações por todo o país.
Buscaremos colocar na mesma roda pesquisadores que pensam diferentes formas de “dialogar com a agroecologia como base do bem viver e pensar a sua sustentabilidade. Interessará, sobretudo, a explicitação de caminhos possíveis, bem como de obstáculos e dilemas relevantes, para essa construção e preservação de saberes na atualidade. O coletivo de saúde do MST agregará outros movimentos do Grupo da Terra, enquanto a Educação trará novos sujeitos para trocas com as Ciências Sociais e Humanas na Saúde.

Coordenadora: Paulette Cavalcanti de Albuquerque - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES - FIOCRUZ PE (PE)
Expositor: Luciano Silveira - Articulação pelo Semi-árido - ASA-PB (PB)
Expositor: Caetano De Carli Viana Borges - UFRPE - UAG (Brasil)
Expositora: GISLEI - MST MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS (DF)
CA-AUD2-TÉRREO- (100 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 34 - Saúde LGBT-Da Dicotomia das
Mesa Redonda
MR 34 - Saúde LGBT-Da Dicotomia das
Esta mesa redonda busca trazer discussões sobre avanços e retrocessos das políticas públicas no campo dos direitos humanos e da saúde LGBTQI+ nos últimos anos. Propõe, também, colocar em pauta reflexões importantes sobre aspectos das performatividades e modos de subjetivação que tornam as (r)existências possíveis. Nessa direção, a partir de contribuições diversas, dos movimentos sociais e academia, buscamos abrir um espaço dialógico para pensar múltiplas formas de resistência ou mesmo de valorização e afirmação de corpos/vidas, considerando o contexto atual de conservadorismo no cenário brasileiro.

Coordenador: Laio Magno Santos de Sousa - Universidade do Estado da Bahia (UNEB) (BA)
Expositor: Luís Augusto Vasconcelos da Silva - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BA)
Expositora: Fran Demétrio Silva Santos - UFRB (BA)
Expositora: Symmy Larrat - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais — ABGLT (Brasil)
CE-AUD-TÉRREO- (180 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 39 - Transdisciplinaridade: Formação e Atuação do Profissional de Ciências Sociais no Campo da Saúde Coletiva
Mesa Redonda
MR 39 - Transdisciplinaridade: Formação e Atuação do Profissional de Ciências Sociais no Campo da Saúde Coletiva
O conceito de transdisciplinaridade desenvolvido no campo da Saúde Coletiva agrega perspectivas e conteúdo de diversas disciplinas. As contribuições das ciências sociais para a formação mais abrangente do sanitarista são diversas, como a difusão e a implementação de metodologias qualitativas de pesquisa; a concepção de uma série de preceitos fundamentais, como as representações sociais da doença, a relação indivíduo-sociedade no contexto social e seu impacto nos processos saúde-doença; o papel dos movimentos sociais; o conceito de determinantes sociais da saúde; o estudo sobre as instituições e as políticas de saúde; o papel do Estado na conformação das políticas de saúde, entre outros. Ademais, as ciências sociais desempenham um papel de grande relevância nas práticas de saúde ao questionarem o paradigma biomédico e auxiliarem na adoção de estratégias baseadas na humanização e na integralidade, com enfoque no território e em seu impacto no bem-viver das populações. Todas essas práticas colocam lado-a-lado a saúde pública e as ciências humanas constituindo um processo formativo orgânico.
No contexto atual brasileiro, é necessário propiciar espaços de interlocução entre experiências e práticas oriundas de distintas formações, relacionando e compartilhando a construção dos saberes. Nesse sentido, é preciso refletir sobre a formação, a integração e a atuação do cientista social no campo da Saúde Coletiva; e a lacuna em sua inserção profissional e acadêmica, buscando o reconhecimento do papel desses personagens no sistema de saúde e na defesa do direito à saúde a partir da consolidação e do fortalecimento do SUS.

Coordenadora: Luanda de Oliveira Lima - IFF / FIOCRUZ (RJ)
Expositora: Suely Deslandes - Instituto Fernandes Figueira/ Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) (RJ)
Expositora: Eliane Saboia Pascoal - Movimento Sindical (Brasil)
CCHLA-AUD-412-Bloco IV (200 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 38 - O Bacharelado em Saúde Coletiva e as Ciências Sociais e Humanas em Saúde: 10 Anos de Curso e Interfaces com as Diretrizes Curriculares Nacionais
Mesa Redonda
MR 38 - O Bacharelado em Saúde Coletiva e as Ciências Sociais e Humanas em Saúde: 10 Anos de Curso e Interfaces com as Diretrizes Curriculares Nacionais
A proposta da mesa é abordar a formação de sanitaristas no
bacharelado em Saúde Coletiva, que completa um ciclo de 10 anos em 2019,
sob a ótica da contribuição das Ciências Sociais e Humanas nos currículos dos
diferentes cursos implementados no país e após a consolidação das Diretrizes
Curriculares Nacionais da Graduação em Saúde Coletiva. Sob uma perspectiva
crítica, planeja uma discussão que fortaleça a formação de sanitaristas no âmbito
da graduação, articulada com o mundo do trabalho, principalmente em um
contexto de ameaças ao SUS e à Universidade.
A possibilidade de criação de cursos de graduação na área vem sendo abordada
no âmbito da Saúde Coletiva Brasileira desde a década de 1980, quando era
discutido o ensino de Saúde Coletiva em relação às demais formações e
apontada a necessidade de antecipação da formação do sanitarista. A
transcendência da saúde aos limites administrativos da atuação governamental,
a partir dos movimentos da participação social e de outras lógicas de produção
do cuidado, como, por exemplo, a vigilância da saúde; trata de um ideário que
foi aos poucos constituindo o Movimento da Reforma Sanitária Brasileira,
amálgama da qual emergiu a Saúde Coletiva Brasileira.
Ao analisar o entrelaçamento entre a trajetória científica da Saúde Coletiva e o
movimento da Reforma Sanitária Brasileira, a questão da interdisciplinaridade é
destacada e os núcleos disciplinares da Epidemiologia, Ciências Sociais e
Política, Planejamento & Gestão reúnem conjuntos de conhecimentos e
sustentam a Saúde Coletiva. Nesse sentido, busca-se compreender, da
perspectiva das Ciências Sociais em Saúde, como vem se constituindo os
movimentos interdisciplinares de “forja” de novos saberes e fazeres no cotidiano
das graduações e na atuação dos jovens sanitaristas.

Coordenadora: Liliana Santos - ISC/UFBA (BA)
Expositora: Nathalie Rodrigues Pontes Azevedo - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (RJ)
Expositora: YEIMI ALEXANDRA - ISC/UFBA (BA)
Expositor: Vinício Oliveira da Silva - UFPR (PR)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 47 - As Gramáticas do Capacitismo: Diálogos Sobre Interseccionalidades entre Raça, Gênero e Deficiência
Mesa Redonda
MR 47 - As Gramáticas do Capacitismo: Diálogos Sobre Interseccionalidades entre Raça, Gênero e Deficiência
Considerando que o capacitismo se configura como uma gramática que sustenta diversos duplos que hierarquizam e discriminam – homens e mulheres, negros, indígenas e brancos, pessoas com deficiência e sem deficiência, pessoas trans e pessoas cis, adultos e crianças, dentre outros – buscamos com essa mesa redonda iluminar tais hierarquias socialmente construídas e suas repercussões na violação de direitos à saúde e à vida em tempos de austeridade. O bem viver inclui a possibilidade de um diálogo que permita situar lugares de fala e as narrativas em disputa, que na contemporaneidade evocam as pessoas com deficiência como heróis, estendendo-se às suas cuidadoras e cuidadores. Essa narrativa hegemônica esvazia a possibilidade de um olhar crítico sobre a sociedade e suas impossibilidades de lidar com a diversidade corporal. Uma narrativa desumanizadora acoplada à narrativa do herói impede inclusive de ver como as desigualdades sociais são geradas quando marcadores sociais da diferença operam interseccionalmente e/ou nas dobras.

Coordenadora: Fernanda Lopes - NIKETCHE: TRANSFORMANDO REALIDADES (DF)
Expositora: Anahi Guedes de Mello - UFSC (SC)
Expositora: Sara Wagner Pimenta Gonçalves Júnior - Membro ANTRA (Associação Nacional de transexuais e travestis) e Coord. IBTE (Instituto Brasileiro Trans de Educação) Programa de Pós-graduação em Educação UERJ (RJ)
Expositora: Martha Cristina Nunes Moreira - IFF / FIOCRUZ (RJ)
CA-AUD1-TÉRREO- (100 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 63 - APS Forte como Estratégia Rumo ao Acesso e à Cobertura Universal no Brasil e na América Latina
Mesa Redonda
MR 63 - APS Forte como Estratégia Rumo ao Acesso e à Cobertura Universal no Brasil e na América Latina

Coordenadora: Socorro Gross - Representante OPAS (Brasil)
Expositor: Renato Tasca (DF)
Expositor: Luiz A.Facchini (Brasil)
Expositora: Claunara Schilling Mendonça (Brasil)
REITORIA-AUD (350 pax)
13:30 - 16:30 Grupos Temáticos
Grupos Temáticos
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 14 - Diferentes abordagens da e na Extensão
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 14 - Diferentes abordagens da e na Extensão

Coordenadora: Carla Daniele Straub - UFPR (PR)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e cuidados em saúde
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e cuidados em saúde

Coordenadora: Beatriz Brandão (Brasil)
Coordenadora: Maristela de Melo Moraes (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 10 - Direitos e Políticas: conjunturas e implementação
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 10 - Direitos e Políticas: conjunturas e implementação

Coordenadora: Silvia de Oliveira Pereira - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA - UFRB (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 14 - Extensão e agravos à saúde
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 14 - Extensão e agravos à saúde

Coordenador: Renan Soares de Araújo - Universidade Federal da Paraíba (PB)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN

Coordenadora: Michelle Cristina Rufino Maciel - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO (PE)
Coordenadora: Dinara Leslye Macedo e Silva Calazans - UFRN (RN)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e mulheres privadas de liberdade
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e mulheres privadas de liberdade

Coordenadora: Luciana Simas Chaves de Moraes - FIOCRUZ - ENSP (RJ)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade e Racismo Ambiental
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade e Racismo Ambiental

Coordenadora: Diana Anunciação Santos - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade Infanto-Juvenil: Configurações e Enfrentamentos
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade Infanto-Juvenil: Configurações e Enfrentamentos

Coordenadora: Claudia Mascarenhas Fernandes - INSTITUTO VIVA INFANCIA (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Políticas Públicas, Serviços e Vulnerabilidade: Ações e Desafios
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 35 - Políticas Públicas, Serviços e Vulnerabilidade: Ações e Desafios

Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - As Diferentes Linguagens e o Cuidado Frente a Agravos e Ciclos de Vida
Ampliando Linguagens
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - As Diferentes Linguagens e o Cuidado Frente a Agravos e Ciclos de Vida

Coordenadora: Vera Lucia de Azevedo Dantas - Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (CE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Judicialização, Demandas e Justiça na Saúde
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 8 - Judicialização, Demandas e Justiça na Saúde

Coordenador: Felipe Dutra Asensi (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Mulheres, Mães e Cuidados na Resistência
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 8 - Mulheres, Mães e Cuidados na Resistência

Coordenadora: Rosimery Costa dos Santos - Secretaria de saúde do RECIFE / Pernambuco (PE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Formação, Cuidado e Reconhecimento
Exposição Oral ou Painel
Grupos Temáticos
GT 8 - Formação, Cuidado e Reconhecimento

Coordenador: Rodrigo Silveira (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 3 - Análise Institucional e Saúde Coletiva: inventando enfrentamentos na construção compartilhada do SUS

Painel
Grupos Temáticos
GT 3 - Análise Institucional e Saúde Coletiva: inventando enfrentamentos na construção compartilhada do SUS
O Painel visa apresentar os objetivos do GT 3 - Análise Institucional e Saúde Coletiva: inventando enfrentamentos na construção compartilhada do SUS, e fazer uma breve apresentação do que vimos estudando com a articulação da Análise Institucional na Saúde Coletiva. Teremos também a explanação dos trabalhos mais bem avaliados nos quatro eixos identificados dentro do conjunto dos trabalhos aprovados: gestão e controle social, metodologia de pesquisa, formação em saúde e análise de práticas.

Coordenadora: Solange L‘Abbate - DEPTO DE SAÚDE COLETIVA/FCM/UNICAMP (SP)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 7 - Processos de formação, saúde e práticas no contexto dos adoecimentos de longa duração I
Painel
Grupos Temáticos
GT 7 - Processos de formação, saúde e práticas no contexto dos adoecimentos de longa duração I

Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 11 - Painel de Abertura
Grupos Temáticos
GT 11 - Painel de Abertura

Dinâmica de Grupo
Apresentação do GT
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 16 - Gênero, Sexualidade e Diversidade Sexual
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 16 - Gênero, Sexualidade e Diversidade Sexual

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 16 - Gestação, parto e violência obstétrica
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 16 - Gestação, parto e violência obstétrica

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, políticas públicas e inequidades
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, políticas públicas e inequidades

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 23 - PICS, auto conhecimento e equilibrio emocional
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 23 - PICS, auto conhecimento e equilibrio emocional

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 23 - PICS e Educação Popular na formação profissional e no cuidado em instituições de ensino
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 23 - PICS e Educação Popular na formação profissional e no cuidado em instituições de ensino

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 19 - Comunidades Virtuais e Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 19 - Comunidades Virtuais e Saúde

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Crise, Contrarreformas ultra neoliberais e políticas de saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Crise, Contrarreformas ultra neoliberais e políticas de saúde

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Crise, precarização do trabalho e políticas de saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Crise, precarização do trabalho e políticas de saúde

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, Produção e Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, Produção e Saúde

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.

Coordenador: Fernando Ferreira Carneiro - FIOCRUZ CEARÁ (CE)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 1 – Aprender com Dona Maria: artes e espiritualidades populares na construção do bem viver.
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 1 – Aprender com Dona Maria: artes e espiritualidades populares na construção do bem viver.

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 25 - Entre aldeias, ruas e terreiros: do bem viver à RP
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 25 - Entre aldeias, ruas e terreiros: do bem viver à RP

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 1 – Aprender com Dona Maria: artes e espiritualidades populares na construção do bem viver (II)
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 1 – Aprender com Dona Maria: artes e espiritualidades populares na construção do bem viver (II)

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 26 - Gênero, Controle, Aprimoramento e Subjetividades
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 26 - Gênero, Controle, Aprimoramento e Subjetividades

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Políticas Públicas e Intersetorialidade
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Políticas Públicas e Intersetorialidade

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde LGBT
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde LGBT

Coordenadora: Anacely Guimarães Costa - IMS/UERJ (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde LGBT
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde LGBT

Coordenador: Lucas Tramontano - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA (RJ)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Atores Sociais
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Atores Sociais

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 12 - Cenários, Questões e Pontos de Partida
Painel
Grupos Temáticos
GT 12 - Cenários, Questões e Pontos de Partida

Coordenadora: Vania de Vasconcelos Gico - UFRN-PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS (RN)
Roda de Debate
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 27 - Militância Antimanicomial e Autonomia dos Usuários
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 27 - Militância Antimanicomial e Autonomia dos Usuários

Coordenadora: Ana Karenina de Melo Arraes Amorim - UFRN (RN)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-Painel 1
Painel
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-Painel 1

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-Painel 2
Painel
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-Painel 2

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-Painel 3
Painel
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-Painel 3

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 17 - Iniquidades em Saúde: Determinantes ou Determinação Social
Exposição Oral e Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 17 - Iniquidades em Saúde: Determinantes ou Determinação Social

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Direitos, Democracia e Violencia
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 8 - Direitos, Democracia e Violencia

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e cuidados em saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e cuidados em saúde

Coordenadora: Beatriz Brandão (Brasil)
Coordenadora: Maristela de Melo Moraes (Brasil)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 10 - Direitos e Políticas: conjunturas e implementação
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 10 - Direitos e Políticas: conjunturas e implementação

Coordenadora: Silvia de Oliveira Pereira - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA - UFRB (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 14 - Gênero, sexualidade e juventude
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 14 - Gênero, sexualidade e juventude

Coordenador: Renan Soares de Araújo - Universidade Federal da Paraíba (PB)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 14 - Formação universitária e atuação profissional em saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 14 - Formação universitária e atuação profissional em saúde

Coordenador: Vinício Oliveira da Silva - UFPR (PR)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN

Coordenadora: Dinara Leslye Macedo e Silva Calazans - UFRN (RN)
Coordenadora: Michelle Cristina Rufino Maciel - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO (PE)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e mulheres privadas de liberdade
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e mulheres privadas de liberdade

Coordenadora: Cristiane Paulin Simon - UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM (MG)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade e Racismo Ambiental
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade e Racismo Ambiental

Coordenadora: Diana Anunciação Santos - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade Infanto-Juvenil: Configurações e Enfrentamentos
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 35 - Vulnerabilidade Infanto-Juvenil: Configurações e Enfrentamentos

Coordenadora: Claudia Mascarenhas Fernandes - INSTITUTO VIVA INFANCIA (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Políticas Públicas, Serviços e Vulnerabilidade: Ações e Desafios
Grupos Temáticos
GT 35 - Políticas Públicas, Serviços e Vulnerabilidade: Ações e Desafios

Coordenadora: Mônica Angelim Gomes de Lima - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL UFBA (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Inéditos Viáveis no Enfrentamento de Iniquidades e Violencias
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Inéditos Viáveis no Enfrentamento de Iniquidades e Violencias

Coordenadora: Mônica Nunes - UFBA (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Diversidade de Olhares na Produção do Conhecimento em Saúde
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Diversidade de Olhares na Produção do Conhecimento em Saúde

Coordenadora: Roseni Pinheiro - UERJ (RJ)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 8 - Vivências Participativas e o Direito à Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 8 - Vivências Participativas e o Direito à Saúde

Coordenador: José Carlos da Silva - UFPE (PE)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 8 - Direito de todos e Dever do Estado: Condicionantes do Acesso à Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 8 - Direito de todos e Dever do Estado: Condicionantes do Acesso à Saúde

Coordenador: Altair dos Santos - ABADFAL - ASS. BAIANA DAS PESSOAS COM DOENÇAS FALCIFORMES (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 3 - Análise Institucional e Saúde Coletiva: inventando enfrentamentos na construção compartilhada do SUS
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 3 - Análise Institucional e Saúde Coletiva: inventando enfrentamentos na construção compartilhada do SUS

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 7 - Processos de formação, saúde e práticas no contexto dos adoecimentos de longa duração II
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 7 - Processos de formação, saúde e práticas no contexto dos adoecimentos de longa duração II

Coordenadora: Mercês de Fátima dos Santos Silva - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (RN)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 11 - Trabalhos de Interesse Introdutório ao GT
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Trabalhos de Interesse Introdutório ao GT

Coordenador: Marcelo Firpo de Souza Porto - NEEPES/FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (RJ)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 11 - Trabalhos de Interesse Introdutório ao GT
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Trabalhos de Interesse Introdutório ao GT

Coordenadora: Raquel Maria Rigotto - UFC (CE)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 16 - Violências e Aborto
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 16 - Violências e Aborto

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, redes de Saúde e proteção social
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, redes de Saúde e proteção social

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 23 - Promoção da saúde - políticas, práticas e vivências
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 23 - Promoção da saúde - políticas, práticas e vivências

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 19 - Educação On Line e Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 19 - Educação On Line e Saúde

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 32 - Historicidade, Capitalismo contemporâneo e políticas sociais
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 32 - Historicidade, Capitalismo contemporâneo e políticas sociais

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, ambiente e saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, ambiente e saúde

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.

Coordenador: Fernando Ferreira Carneiro - FIOCRUZ CEARÁ (CE)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 1 – Aprender com Dona Maria: artes e espiritualidades populares na construção do bem viver.
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 1 – Aprender com Dona Maria: artes e espiritualidades populares na construção do bem viver.

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 25 - Mãos que não se soltam na tecitura da RAPS
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 25 - Mãos que não se soltam na tecitura da RAPS

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Políticas Públicas para População Negra, Intersetorialidade e Território
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Políticas Públicas para População Negra, Intersetorialidade e Território

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde LGBT
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde LGBT

Coordenador: Luís Augusto Vasconcelos da Silva - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Atores Sociais, Práticas e Cuidados em Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Atores Sociais, Práticas e Cuidados em Saúde

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 12 - Estratégias e Metodologias Que Favorecem a Descolonização da Comunicação na Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 12 - Estratégias e Metodologias Que Favorecem a Descolonização da Comunicação na Saúde

Roda de Debate
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 27 - Experiências Inovadoras na Atenção Psicossocial
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 27 - Experiências Inovadoras na Atenção Psicossocial

Coordenador: Eduardo Mourão Vasconcelos - ESCOLA DE SERVIÇO SOCIAL DA UFRJ (RJ)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-comunicação breve 1
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-comunicação breve 1

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-comunicação breve 2
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-comunicação breve 2

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 17 - Habitos, Comportamentos em Saúde: Um Reflexo das Iniquidades?
Exposição Oral e Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 17 - Habitos, Comportamentos em Saúde: Um Reflexo das Iniquidades?

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16:30 - Ato Público
Animação do Grupo Maracastelo
Ato Público
Animação do Grupo Maracastelo


• Domingo, 29 de setembro de 2019
Horário Atividade Sala
08:30 - 10:30 Roda de Conversa
1 - Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva
Roda de Conversa
1 - Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva
CA-Bloco A -103
08:30 - 10:30 Roda de Conversa
2 - Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva
Roda de Conversa
2 - Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva
CA-Bloco A -106
08:30 - 10:30 Roda de Conversa
3 - Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva
Roda de Conversa
3 - Epistemologias do Sul, Interculturalidade e Saúde Coletiva
CA-Bloco A -105
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 5 - Atenção Diferenciada no Subsistema de Saúde Indígena: Contribuições para a Reflexão Sobre a Igualdade nas Diferenças em Saúde
Mesa Redonda
MR 5 - Atenção Diferenciada no Subsistema de Saúde Indígena: Contribuições para a Reflexão Sobre a Igualdade nas Diferenças em Saúde
A defesa do direito à saúde e a universalidade como princípio do SUS fortaleceram a reivindicação dos indígenas no acesso aos serviços de saúde durante a reforma sanitária. Em 1986, a 1ª Conferência Nacional de Proteção à Saúde do Índio propôs que a reformulação do sistema de saúde deveria ocorrer com ampla participação dos indígenas na formulação das políticas de saúde, respeitando a sua autonomia e especificidades socioculturais e de suas práticas de saúde, e assumindo que saúde para os povos indígenas está intrinsicamente ligada à sua cidadania plena e ao resguardo de seus territórios. Esse debate se concretizou em 1999, com a aprovação da Lei Arouca, criando o subsistema de saúde indígena no SUS. Em 2002, aprovou-se a Política Nacional de Atenção á Saúde Indígena, que coloca como uma das diretrizes do subsistema a atenção diferenciada. Essa noção procura dar conta da construção da diferenciação da atenção no acesso universal à saúde, considerando as especificidades socioculturais e as práticas de saúde dos povos indígenas no processo saúde-doença-cuidado. Essa mesa redonda procurará realizar um debate interdisciplinar acerca dessa noção, com destaque para as contribuições dos campos da saúde coletiva, da antropologia da saúde e dos estudos etnográficos acerca da realidade dos povos indígenas e de sua relação com os serviços de saúde. Destaque daremos para a experiência recente de discussão das conferências locais e distritais de saúde indígena, preparatórias da 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (prevista para 2019) que tem como tema central a atenção diferenciada.

Coordenadora: Maria Luiza Garnelo Pereira - INSTITUTO LEÔNIDAS E MARIA DEANE (AM)
Expositora: Esther Jean Langdon - UFSC (SC)
Expositor: Leo Pedrana - INTITUTO DE SAUDE COLETIVA - ISC/UFBA (BA)
Expositor: Yssô Truká - Liderança indígena, relatoria da 6a. Conferência Nacional de Saúde Indígena (Brasil)
CCHLA-AUD-412-Bloco IV (200 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 6 - Neofascismo e suas Formas de Enfrentamento: Emancipação e o Aporte das Ciências Sociais e Humanas em Saúde
Mesa Redonda
MR 6 - Neofascismo e suas Formas de Enfrentamento: Emancipação e o Aporte das Ciências Sociais e Humanas em Saúde
O mundo tem tentado compreender como o ‘neofascismo’ se constitui no tecido social, assim como enfrentá-lo por meio do diálogo com os diferentes grupos sociais visando à adesão à luta pela defesa dos direitos sociais e humanos. No Brasil, com ascensão do conservadorismo e com a eleição de um presidente que simboliza esse ‘recrudescer’, emergem algumas questões: a) em que medida as pautas de igualdade de gênero, educação emancipadora, desbiomedicalização da vida, direito humano à alimentação adequada, luta antirracista e antimanicomial, visibilidade do movimento ‘Trans’ e a crítica à fake news contribuem para barrar ou impulsionar a gênese do tipo ‘neofascista’?; b) o caso do neofascismo é apenas o velho conservadorismo que retoma ascendência ou há o surgimento de uma nova formação do tipo “fascista explícito”?; c) quais formas de enfrentamento podem ser realizadas por coletivos antifascistas com base na educação e no exercício do diálogo com essa “nova direita” no Brasil? É importante dizer que o fascismo não pode ser generalizado. Posições autoritárias de direita não são necessariamente fascistas, pois requerem em última instância, um elemento de mobilização popular típica do fascismo. Mesmo em um período sócio-histórico específico (entre guerras), vive-se no mundo atual uma ascensão do “tipo fascista” no seio social. Na tentativa do entendimento acadêmico sobre este fenômeno, cunhou-se a categoria ‘neofascismo’, o que exige sua melhor compreensão e análise enquanto fenômeno social emergente, tendo em vista seus padrões sociais internacionais, suas especificidades nacionais e rebatimentos na saúde. Nossa discussão de articula com o GT 32.

Coordenador: Aquilas Mendes - ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE SAÚDE PÚBLICA (SP)
Expositor: Leonardo Carnut - UNIFESP (SP)
Expositora: Thaisa Simplicio Carneiro Matias - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL - UFRN (PB)
CA-AUD1-TÉRREO- (100 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 13 - Vulnerabilidades e Desigualdades Sociais no Contexto da Aids e Outros Adoecimentos de Longa Duração: Desafios Teóricos e Políticos no Brasil Contemporâneo
Mesa Redonda
MR 13 - Vulnerabilidades e Desigualdades Sociais no Contexto da Aids e Outros Adoecimentos de Longa Duração: Desafios Teóricos e Políticos no Brasil Contemporâneo
Os adoecimentos de longa duração e as desigualdades sociais possuem estreitas relações que gradativamente ganham espaço nas agendas política e científica, no Brasil. Tradicionalmente, a análise das desigualdades em saúde enfoca ora nos estados de saúde, ora no acesso e uso dos recursos em saúde (serviços, insumos). Poucas análises integram essas duas dimensões e raramente consideram suas intersecções sociais em diferentes níveis. Os enfoques de vulnerabilidade, largamente presentes nos estudos sobre HIV/Aids, podem contribuir para a superação daquele limite ao recusar a “essencialização” de estados substantivos de vulnerabilidade, priorizando a análise dos contextos, perspectivas e ações dos grupos e sujeitos. No cenário político contemporâneo brasileiro, a ameaça ao Estado de direito e o avanço do conservadorismo social se expressam na descentralização da assistência às pessoas que vivem com HIV/AIDS, somado à recente mudança na denominação da política pública nacional Aids e suas graves implicações. Assim, intensificam-se as perversas relações entre estigma e discriminação, e, consequentemente, as incertezas e inseguranças inscritas nas experiências sociais dos sujeitos. Nesse contexto, essa mesa busca reforçar enfoques teóricos que atentem para as relações entre vulnerabilidade e desigualdades sociais, focalizando na organização social e nas experiências de cuidado e adoecimento, além de refletir sobre os desafios da obliteração de direitos de toda sorte – sexuais, reprodutivos, humanos. Os expositores promoverão convergências entre academia, assistência e ativismo, tendo no horizonte estratégias para reafirmar e reanimar o agir de forma “sensível, ativa, crítica, criativa e engajada (...) com o Outro” em defesa da vida digna e da justiça social.

Coordenadora: Aline Ferreira - Coletiva Loka de Efavirenz e UFRN (RN)
Expositor: Marcelo Eduardo Pfeiffer Castellanos - ISC/UFBA (BA)
Expositor: Richard Parker - Columbia University/UFRJ/ABIA (RJ)
Expositora: Josineide de Meneses Silva - GESTOS (PE)
CCSA-AUD-TÉRREO-(180 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 36 - A APS no SUS em Contexto de Restrição de Direitos
Mesa Redonda
MR 36 - A APS no SUS em Contexto de Restrição de Direitos
A MR tem por objetivos debater os desafios atuais da APS no SUS, estabelecendo o diálogo entre atores acadêmicos e da gestão do SUS especificadamente secretários municipais e estaduais de saúde.
A atenção primária à saúde hoje no SUS enfrenta novos e antigos desafios e encontra-se em constante tensão, entre a garantia do direito universal à saúde e as restrições para a atenção integral. Retrocessos e ameaças à democracia e às conquistas históricas do povo brasileiro marcam a conjuntura atual com retirada de direitos duramente conquistados e ataques incisivos ao financiamento das políticas públicas. Neste contexto estabelecer diálogos com gestores municipais e estaduais é crucial para construções de estratégias de resistência e enfrentamento ao desmonte do SUS.

Coordenadora: Ligia Giovanella (Brasil)
Expositor: Luiz A.Facchini (Brasil)
CCHLA-AUD-411-Bloco IV (200 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 27 - Unificando as Lutas Contra a Retirada de Direitos e Privatização do SUS - Objetivos e Estratégias da Luta na Saúde
Mesa Redonda
MR 27 - Unificando as Lutas Contra a Retirada de Direitos e Privatização do SUS - Objetivos e Estratégias da Luta na Saúde
Em tempos de superação de crise do capital, evidenciam-se mais os ataques às conquistas sociais da classe trabalhadora. É nesse contexto que temos a consolidação da reforma trabalhista, a aprovação da lei da terceirização irrestrita e EC 95, e a reforma da previdência em curso. Os aprofundamentos dos ataques ao conjunto da classe trabalhadora afetam diretamente a saúde dos/as trabalhadores/as, colocando –nos a tarefa inadiável da construção na unidade da luta e resistência dos que combatem as contrarreformas que retiram direitos sociais e trabalhistas, denunciando a entrega do patrimônio público e a destruição de nossa soberania. Diante dessa conjuntura de desmonte e sucateamento das políticas públicas em geral, na saúde não seria contrário, de tempos em tempos, colocam a necessidade de rever as gestões dos serviços públicos de saúde, favorecendo o surgimento dos chamados “novos modelos de gestão”. Pretendemos efetivar um debate acerca da defesa dos direitos sociais e trabalhistas, do qual é ocasionador fundamental no processo saúde – doença dos/as trabalhadores/as e a defesa do Sistema Único de Saúde – SUS, que seja universal, de qualidade, com financiamento adequado, público e 100% estatal, concebendo a saúde enquanto direito, garantido a partir da consolidação dos princípios da Reforma Sanitária brasileira dos anos 80 e da participação popular democrática na construção da política.

Coordenadora: Janaína Cristine - UFPB (PB)
Expositora: Maria Inês Souza Bravo - FACULDADE DE SERVIÇO SOCIAL DA UERJ (RJ)
Expositor: Francisco Mogadouro da Cunha - Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) (SP)
Expositora: Alessandra Ximenes - UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA (PB)
CE-AUD-TÉRREO- (180 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 20 - Justiça Reprodutiva: Conceito-potencia para a Equidade Racial em Saúde
Mesa Redonda
MR 20 - Justiça Reprodutiva: Conceito-potencia para a Equidade Racial em Saúde
A Justiça Reprodutiva emerge das experiências de mulheres negras que vivenciam um conjunto complexo de opressões e hierarquias reprodutivas. Baseia-se no entendimento de que os impactos das opressões de raça, classe, gênero e de orientação sexual não são aditivos, mas integrativos, produzindo esse paradigma de interseccionalidade. A justiça reprodutiva não é sinônimo de direitos reprodutivos ou escolha reprodutiva. Os destaques da estrutura como múltiplas identidades ou fatores - como raça, renda, orientação sexual, gênero, identidade de gênero, status de imigração, capacidade e geografia - afetam a capacidade de uma pessoa moldar sua vida reprodutiva. O conceito se apresenta como uma potencia para a discussão do viés racial nas iniquidades em saúde e convocam diferentes atores políticos para a discussão sobre a centralidade do enfrentamento ao racismo como condição necessária para ampliar as possibilidades reais de autonomia na decisão das trajetórias reprodutivas de mulheres, adolescentes e jovens. A mesa redonda é parte das atividades do GT 17- Iniquidades em saúde: análise de trajetórias de vida, formas sistemáticas de adoecimento e intervenções sobre os seus determinantes e esta sendo proposta pelo GT Racismo e Saúde e GT Gênero e Saúde da Abrasco.

Coordenadora:
Expositora: Fernanda Lopes - NIKETCHE: TRANSFORMANDO REALIDADES (DF)
Expositora: Lúcia Maria Xavier de Castro - CRIOLA (RJ)
Expositora: Emanuelle Freitas Goes - INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA / UFBA (BA)
REITORIA-AUD (350 pax)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 54 - Os Espaços, os Públicos e os Sentidos Políticos das Ciências Sociais e Humanas em Saúde
Mesa Redonda
MR 54 - Os Espaços, os Públicos e os Sentidos Políticos das Ciências Sociais e Humanas em Saúde
A atual realidade brasileira está pulsante em desafios culturais, sociais e políticos para seus protagonistas. Não apenas pela expansão e pelo aprofundamento de condições concretas de exclusão social, mas com a intensificação de uma agenda ultraliberal na política econômica do Estado, com retrocessos no âmbito das políticas sociais de cunho inclusivo e/ou emancipador, e com processos de ultraconservadorismo no meio social. Nesse contexto, o campo das Ciências Sociais e Humanas em Saúde (CSHS), tanto por suas produções como pelo protagonismo da Comissão de CSHS da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) tem aprimorado a concepção de que o espaço das CSHS consiste nessa realidade concreta e em seus complexos e multifacetados desafios; para mais, que os protagonistas da CSHS, além dos(as) pesquisadores(as), são as pessoas que convivem, trabalham e lutam cotidianamente nesse contexto. Profissionais de saúde, estudantes da área em formação, pesquisadores(as) e ativistas sociais. Isso implica conceber a produção do conhecimento em CSHS como trabalho social que precisa estar conectado e convergente com as lutas, os sentimentos, as inquietações e as reivindicações de pessoas e grupos sociais, de modo dialógico com seus vários saberes e práticas, estimulando o pensamento crítico para mobilização e organização diante das situações-problema. Todavia, enquanto não é divergente a necessidade de uma aplicação edificante e socialmente referenciada do conhecimento, essa concepção traz consigo desafios de diálogo e de reflexão crítica para o campo, uma vez que há diferentes percepções sobre possibilidades, limites, impasses e contradições nesse processo. A mesa se propõe a pautar esse debate de forma ampla, como forma de aprofundar a análise do assunto na área e constituir mais um espaço da Comissão de CSHS no que tange a questão de quais são os espaços e os públicos das CSHS, bem como seus sentidos políticos, em especial diante das exigentes demandas da realidade brasileira atual.

Coordenador: Luis Eduardo Batista - SES-SP (SP)
Expositora: Raquel Maria Rigotto - UFC (CE)
Expositor: Reinaldo Matias Fleuri - UFSC (SC)
CA-AUD2-TÉRREO- (100 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 9 - Formação em Saúde e Produção de Conhecimento na Perspectiva Freiriana.
Mesa Redonda
MR 9 - Formação em Saúde e Produção de Conhecimento na Perspectiva Freiriana.
A perspectiva freiriana configura importante referencial ético, político e pedagógico nos processos formativos no setor saúde, na educação e nas ciências sociais. Agrega conteúdos e abordagens relevantes à formação crítica e transformadora, mas sobretudo implica outros modos de conduzir experiências educacionais na superação de condições de submissão. Para tal, problematiza os processos saúde-doença-cuidado considerando os determinantes sociais e as potências criativas nos saberes e práticas mobilizados cotidianamente pelos diversos grupos populacionais na efetivação do cuidado e na luta por políticas públicas inclusivas. Ademais as teorias de Paulo Freire cruzaram as fronteiras das disciplinas e das ciências para além da América Latina, enfatizando a educação como prática de liberdade. No contexto atual brasileiro, propiciar espaços de interlocução entre experiências em educação popular que acontecem em instituições formadoras, redes de atenção à saúde e movimentos sociais significa imprescindivelmente resistência em defesa do direito à saúde e da participação social na construção do SUS com qualidade.

Coordenadora: Carla Pontes de Albuquerque - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO) (RJ)
Expositor: Marcos Aurélio Matos Lemões - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (RS)
Expositora: Luanda de Oliveira Lima - IFF / FIOCRUZ (RJ)
Expositora: Jocineide Maria Cajueiro - MOVIMENTO POPULAR DE SAÚDE - PARAÍBA (MOPS-PB) (PB)
CCHLA-AUD-411-Bloco IV (200 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 8 - Controle Social, Movimentos e Redes Sociais e Institucionais em PICS, EdPop e Promoção da Saúde.
Mesa Redonda
MR 8 - Controle Social, Movimentos e Redes Sociais e Institucionais em PICS, EdPop e Promoção da Saúde.
Esta proposta é produto da articulação de três GT Abrasco - Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas (RM-PICs), Educação Popular (EdPop) e Promoção da Saúde – e reflete a intenção de ampliar a integração dessas áreas de atuação no cuidado e na gestão em saúde no SUS, na pesquisa e na formação profissional, no controle social, movimentos e redes sociais e institucionais em saúde.
São áreas com políticas nacionais específicas que vivenciam espaços de interface e colaboração na prática em saúde, nos diferentes níveis e territórios do cuidado. Considera-se necessário, entretanto, avançar na reflexão sobre os pontos de interface e sinergia, de forma a agregar potência à atuação conjunta e ao enfrentamento comum dos desafios colocados na atual conjuntura social e política em saúde. Por isto buscam por meio do GT ora proposto para este 8º Congresso de CSHS, uma oportunidade para refletir, estimular e aprimorar a integração, com apoio de referenciais das CSHS, no sentido de viabilizar a construção de uma agenda de atuação comum.

Coordenadora: Islandia Carvalho - FIOCRUZ PERNAMBUCO (PE)
Expositor: Nelson Filice de Barros - UNICAMP (SP)
Expositora: Vera Lucia de Azevedo Dantas - Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (CE)
Expositora: Socorro Dias - Universidade Estadual Vale do Acaraú e Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia- Sobral- CE (CE)
CA-AUD2-TÉRREO- (100 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 58 - Cidadania Cosmopolita, Responsabilidade Coletiva e Injustiça: Reflexões Sobre a Igualdade nas Diferenças nos Enfrentamentos na Construção Compartilhada do Bem Viver e o “Mundo do Cuidado na Saúde”.
Mesa Redonda
MR 58 - Cidadania Cosmopolita, Responsabilidade Coletiva e Injustiça: Reflexões Sobre a Igualdade nas Diferenças nos Enfrentamentos na Construção Compartilhada do Bem Viver e o “Mundo do Cuidado na Saúde”.
O tema da “igualdade nas diferenças” tem sido apontado como um dos mais importantes desafios da sociedade atual, sobretudo para lograr o direito à saúde como um direito humano. No campo da saúde coletiva em suas perspectivas teóricas-metodológicas híbridas e interdisciplinares vem oferecendo evidências de que o Cuidado constitui o imperativo categórico para sua materialização como direito não somente de ter saúde, mas de ser na saúde. Diante da pluralidade das diferenças expressas nas demandas por cuidado na saúde, pretendemos com essa atividade oferecer um espaço de debate e reflexão sobre as possibilidades teórico-conceituais e metodológicos de realizar (re)leituras sobre a igualdade (e liberdade?) a partir de conceitos contemporâneos, tais como cidadania cosmopolita (prática de associações transfronteiriças em lutas políticas), a ética da responsabilidade (responsabilidade pelo mundo, que não exime a pessoal) e a injustiça (prática colonialista), como vetores epistêmicos para compreensão do bem viver, sendo o mundo do cuidado um dos espaços de sua concretização e ressignificação. Por fim ressalta-se que a temática mantem coerência com o tema geral do VII CBCSHS, na medida em que as ideias de democracia, direito e responsabilidade coletiva tem na igualdade o le motive para ampliação do escopo conceitual e metodológico no sentido potencializando o compartilhamento do bem viver no e com o SUS

Coordenadora: Roseni Pinheiro - UERJ (RJ)
Expositora: Bethania Assy - PUC-UERJ (RJ)
Expositor: Paulo Henrique Novaes Martins de Albuquerque - UFPE (PE)
Expositor: Felipe Dutra Asensi (Brasil)
CA-AUD1-TÉRREO- (100 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 40 - “Bem Viver” na Perspectiva dos Povos Indígenas e Quilombolas
Mesa Redonda
MR 40 - “Bem Viver” na Perspectiva dos Povos Indígenas e Quilombolas
Essa mesa visa subsidiar o debate sobre a noção de “bem-viver” a partir da perspectiva de povos indígenas e quilombolas no Brasil. A noção emergiu originalmente como tradução de Sulmak Kawsay, conceito de povos indígenas andinos que virou base de reformas constitucionais e políticas públicas em Equador e Bolívia e também do discurso político das organizações indígenas. No Brasil, tem sido associado com o discurso dos Guaranis, com as conotações de pertencimento comunitário e relação harmônica com a natureza. Também tem sido utilizada pelos povos tradicionais na sua luta por direitos e autonomia nos seus modos de vida, e também como eixo articulador de políticas públicas de saúde e de desenvolvimento sustentável. É uma palavra que expressa a coletividade e resistência dos povos tradicionais, e no campo das ciências humanas e sociais em saúde tem sido uma plataforma para debate de diferentes questões como mudanças climáticas, críticas a economia capitalista, propostas de desenvolvimento sustentável, como noção de saúde entre outros. A mesa propõe uma análise crítica dessa noção a partir dos próprios povos tradicionais. A composição da mesa foi organizada para favorecer a reflexão sobre a diversidade dessa noção em diferentes contextos étnicos (povos Krenak, Xukuru, Kaingáng, Baniwa e quilombola), de gênero e geográficos (regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste). Pretendemos colaborar para o fortalecimento da articulação entre ciências humanas e sociais e os conhecimentos dos povos tradicionais.
Expositores:
Joziléia Daniza Jagso Kaingáng – liderança indígena (Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/UFSC)
Ailton Krenak – liderança indígena
Jesus Rosário Araújo – Liderança quilombola, Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva
André Fernando Baniwa – liderança indígena, Associação Indígena da Bacia do Içana

Coordenadora: Cristiane Julião Pankararu - Museu Nacional/UFRJ (RJ)
Expositor: Ailton Krenak - liderança indígena (MG)
Expositora: Joziléia Daniza Jagso Kaingang - liderança indígena (Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/UFSC) (SC)
Expositor: Jesus Rosário Araújo - Liderança quilombola, Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva (Brasil)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 43 - A Política Nacional de Saúde Integral LGBT no SUS em 2019: Estratégias de Implementação, Monitoramento e Formação para Equidade
Mesa Redonda
MR 43 - A Política Nacional de Saúde Integral LGBT no SUS em 2019: Estratégias de Implementação, Monitoramento e Formação para Equidade
A Política Nacional de Saúde Integral LGBT (PNSILGBT) segue rumo a quase uma década desde sua aprovação, todavia sua implementação vem se dando de maneira muito diferente nas Unidades da Federação. Nesta mesa será dada ênfase a uma experiência inovadora para implementação dessa política que congrega os três Estados da Região Sul do Brasil, por meio de um projeto em parceria com o Ministério da Saúde que vincula as três Universidades Federais dos estados da região Sul (Paraná - UFPR -, Santa Catarina - UFSC -, e Rio Grande do Sul - UFRGS), mais o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), e as as três Secretarias Estaduais de Saúde dos mesmos estados (SESA/PR, SESA/SC e SES-RS). O projeto, que vem sendo executado desde 2018, busca inicialmente realizar um diagnóstico quantitativo a partir de indicadores epidemiológicos dessa população na Região Sul, complementado por um diagnóstico qualitativo, realizado com gestores e profissionais considerados atores-chave na implementação dessa política nos três estados. Paralelamente vem sendo executado um rol de estratégias de formação de profissionais da rede SUS, extensivo à profissionais rede intersetorial (saúde, educação e segurança pública), com foco nos eixos operativos e diretrizes da PNSILGBT. Tal formação vêm ocorrendo em diversos municípios dos três estados por meio de encontros presenciais, capacitações, oficinas, "Cursos de Formação de Promotores e Promotoras da Saúde LGBT", e mais recentemente um curso de formação online para a PNSILGBT. A mesa apresentará e fará um balanço dessas atividades, refletindo sobre estratégias de avanço e resistência diante do cenário atual.

Coordenador: Marcos Claudio Signorelli - UFPR (PR)
Expositor: Daniel Canavese de Oliveira - UFRGS (RS)
Expositora: Marina Melo Arruda Marinho - ENSP (DF)
Expositor: Iuday Gonçalves Motta - Coordenação Estadual de Saúde da População LGBT, Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS) (RS)
CE-AUD-TÉRREO- (180 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 61 - Ativismos Digitais e o Uso da Internet para o Enfrentamento às Violências
Mesa Redonda
MR 61 - Ativismos Digitais e o Uso da Internet para o Enfrentamento às Violências
A mesa reúne distintas experiências de promoção de ações para transformar a internet em espaço democrático e uma ambiência não violadora, bem como as experiências de ativismos que encontram nas redes sociais digitais meios poderosos de disseminação das lutas contra discriminações e violências. Assim, as duas experiências falam da hiperconectividade entre as vivências online e offline, seja para a disseminação de violências, seja para denunciá-las e enfrentá-las. O ativismo digital em suas diversas modalidades (hackerativismo, midialivrismo, ciberativismo, entre outros) congrega um vasto e heterogêneo grupo de atores, instituições (governamentais e não-governamentais), coletivos, movimentos sociais e os agentes individuais alçados à condição de “influencers” da opinião pública. A mesa tem o objetivo de discutir estratégias ativistas voltadas para dois eixos de ação: a educação digital e a influência midiática de denúncia e de advocacy exercida por youtubers e coletivos da sociedade civil através das redes sociais para o enfrentamento de temas que variam desde o enfrentamento das violências de gênero (pornografia de vingança, sextorsão), homofobia, racismo à gordofobia. Tais temas serão tratados por diferentes prismas, convergindo tanto o olhar acadêmico quanto o de representantes de diferentes formas de ativismo. A mesa tem ação sinérgica ao GT 34 e com a Oficina proposta “Compartilhando experiências de ativismos digitais para a construção de ações de enfrentamento às expressões da violência”

Coordenadora: Suely Deslandes - Instituto Fernandes Figueira/ Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) (RJ)
Expositor: Thiago Augusto - Coletivo Notícia Preta (Brasil)
Expositor: Bernardo Boechat - Canal Youtube BernardoFala (Brasil)
Expositor: Edvaldo Couto - UFBA (BA)
REITORIA-AUD (350 pax)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 64 - Iniqüidades em Ciência e Tecnologia
Mesa Redonda
MR 64 - Iniqüidades em Ciência e Tecnologia

Coordenador: Gulnar Azevedo - Presidente da ABRASCO (RJ)
Expositor: Reinaldo Guimarães (RJ)
Expositor: Ildeu de Castro Moreira (Brasil)
Expositor: José da Rocha Carvalheiro (Brasil)
CCHLA-AUD-412-Bloco IV (200 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 66 - Contribuições das CSHS na Construção da ABRASCO na Perspectiva de Diferentes Atores/Gerações
Mesa Redonda
MR 66 - Contribuições das CSHS na Construção da ABRASCO na Perspectiva de Diferentes Atores/Gerações

Coordenadora: Tatiana Engel Gerhardt - UFRGS (RS)
Expositora: Maria Cecília Minayo (RJ)
Expositora: Leny Trad - INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BA)
Expositora: Inara do Nascimento Tavares - INSTITUTO INSIKIRAN DE FORMAÇÃO SUPERIOR INDÍGENA - UFRR (RR)
CCSA-AUD-TÉRREO-(180 paxs)
13:30 - 16:30 Grupos Temáticos
Grupos Temáticos
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 9 - Redução de danos e saúde mental
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 9 - Redução de danos e saúde mental

Coordenadora: Beatriz Brandão (Brasil)
Coordenadora: Maristela de Melo Moraes (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 10 - Classificação da deficiência, cuidado e direitos
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 10 - Classificação da deficiência, cuidado e direitos

Coordenadora: Martha Cristina Nunes Moreira - IFF / FIOCRUZ (RJ)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 14 - Diferentes abordagens da e na Extensão
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 14 - Diferentes abordagens da e na Extensão

Coordenador: Vinício Oliveira da Silva - UFPR (PR)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 14 - Extensão e Saúde de grupos populacionais
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 14 - Extensão e Saúde de grupos populacionais

Coordenador: Renan Soares de Araújo - Universidade Federal da Paraíba (PB)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 1
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 1

Coordenadora: Fran Demétrio Silva Santos - UFRB (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN

Coordenadora: Dinara Leslye Macedo e Silva Calazans - UFRN (RN)
Coordenadora: Michelle Cristina Rufino Maciel - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO (PE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e privação de liberdade
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e privação de liberdade

Coordenadora: Cristiane Paulin Simon - UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM (MG)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Tecnologias Sociais e Outras Ferramentas no Enfrentamento da Vulnerabilidade na Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 35 - Tecnologias Sociais e Outras Ferramentas no Enfrentamento da Vulnerabilidade na Saúde

Coordenadora: Graça Marinho (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Violência e Vulnerabilidade: Multiplas Dimensões e Grupos Afetados
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 35 - Violência e Vulnerabilidade: Multiplas Dimensões e Grupos Afetados

Coordenadora: Sandra Assis Brasil - UNEB (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde da População Negra e Indígena: Expressões da Vulnerabilidade e do Racismo
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde da População Negra e Indígena: Expressões da Vulnerabilidade e do Racismo

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Leituras Sobre Saude a Partir de Filmes e Cronicas
Ampliando Linguagens
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Leituras Sobre Saude a Partir de Filmes e Cronicas

Coordenadora: Tatiana Engel Gerhardt - UFRGS (RS)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Saude Publica, Politicas Publicas e Constituição
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 8 - Saude Publica, Politicas Publicas e Constituição

Coordenador: Felipe Dutra Asensi (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Responsabilidade, Desigualdades e Cuidado
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 8 - Responsabilidade, Desigualdades e Cuidado

Coordenadora: Roseni Pinheiro - UERJ (RJ)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Processo de Trabalho, Saberes e Praticas na Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 8 - Processo de Trabalho, Saberes e Praticas na Saúde

Coordenador: Rodrigo Silveira (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Saúde da População Negra e Indígena: Expressões da Vulnerabilidade e do Racismo
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 35 - Saúde da População Negra e Indígena: Expressões da Vulnerabilidade e do Racismo

Coordenadora: Leny Trad - INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BA)
Coordenador: Leo Pedrana - INTITUTO DE SAUDE COLETIVA - ISC/UFBA (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 3 - Experiências e análises de processos em Gestão e Controle social na perspectiva da Análise Institucional

Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 3 - Experiências e análises de processos em Gestão e Controle social na perspectiva da Análise Institucional
Os trabalhos aqui englobados buscam discutir diferentes arranjos de gestão no Sistema Único de Saúde, analisando-os com o arcabouço teórico e metodológico da Análise Institucional. Dessa maneira, abordam a gestão do trabalho, a participação social, a implementação e a avaliação de políticas de saúde, dentre outros temas relevantes na Política e Gestão do Sistema, evidenciando as contribuições da Análise Institucional para problematizar tais processos.

Coordenadora: Solange L‘Abbate - DEPTO DE SAÚDE COLETIVA/FCM/UNICAMP (SP)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 3 - Metodologias em pesquisa e formação sob a ótica da Análise Institucional

Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 3 - Metodologias em pesquisa e formação sob a ótica da Análise Institucional
As pesquisas e relatos de experiências reunidos nesse grupo pretendem debruçar-se sobre os diferentes desenhos utilizados em processos de pesquisas e de formação em saúde que vêm se instituindo no diálogo entre a Saúde Coletiva e a Análise Institucional. Esperamos, a partir dele, lançar luz sobre os processos instituintes nos modos de fazer pesquisa e formação para o SUS.

Coordenadora: Luciane Maria Pezzato - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO - BAIXADA SANTISTA (SP)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 3 - Transformações nas profissões em saúde: análise das Práticas Profissionais em curso

Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 3 - Transformações nas profissões em saúde: análise das Práticas Profissionais em curso
Este grupo reúne relatos de experiências e de pesquisa que problematizam as diferentes práticas profissionais dos sujeitos e as transformações ocorridas quando estes adentram o campo da Saúde Coletiva, sejam reunidos em núcleos profissionais, em práticas de pesquisas, equipes interprofissionais, ou em redes de serviços. Espera-se aprofundar tal debate a partir da Análise Institucional da Práticas Profissionais.

Coordenadora: Cinira Magali Fortuna - USP (SP)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 3 - Formação em saúde: reflexões a partir da Análise Institucional

Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 3 - Formação em saúde: reflexões a partir da Análise Institucional
Este grupo reúne experiências e análises no campo da formação em saúde em consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, agrupando trabalhos que abrangem metodologias inovadoras de formação em saúde, educação permanente, a relação ensino-serviço-comunidade, dentre outros aspectos primordiais para a formação no SUS. Espera-se, a partir dos debates, qualificar as análises dos processos formativos a partir da perspectiva da Análise Institucional.

Coordenadora: Ana Kalliny de Sousa Severo - UFRN (RN)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 2 - Pesquisa Qualitativa em Saúde no Brasil: experiências, desafios e perspectivas
Painel
Grupos Temáticos
GT 2 - Pesquisa Qualitativa em Saúde no Brasil: experiências, desafios e perspectivas

Abertura + Intervenção artística
Coordenadora: Rozilaine Redi Lago - UFAC (AC)
Coordenador: Joao Tadeu de Andrade - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARA (CE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 7 - Abordagens e conceitos socioantropológicos em estudos sobre adoecimentos e sofrimentos de longa duração
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 7 - Abordagens e conceitos socioantropológicos em estudos sobre adoecimentos e sofrimentos de longa duração

Coordenador: Marcelo Eduardo Pfeiffer Castellanos - ISC/UFBA (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 11 - Políticas públicas de saúde e experiências de atenção, cuidado e cura
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Políticas públicas de saúde e experiências de atenção, cuidado e cura

Coordenadora: Ada Cristina Pontes Aguiar - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ) (RJ)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 11 - Políticas públicas de saúde e experiências de atenção, cuidado e cura
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Políticas públicas de saúde e experiências de atenção, cuidado e cura

Coordenadora: Raquel Maria Rigotto - UFC (CE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 11 - Fronteiras epistemológicas e teórico-metodológicas
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Fronteiras epistemológicas e teórico-metodológicas

Coordenador: Marcelo Firpo de Souza Porto - NEEPES/FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (RJ)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 11 - Fronteiras epistemológicas e teórico-metodológicas
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Fronteiras epistemológicas e teórico-metodológicas

Marina Tarnowski Fasanello - NEEPES/FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (RJ)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 16 - Violências e Aborto
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 16 - Violências e Aborto

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, desafios e atores da assistência e prevenção
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, desafios e atores da assistência e prevenção

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 23 - Nutrição e plantas medicinais no cuidado e promoção da saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 23 - Nutrição e plantas medicinais no cuidado e promoção da saúde

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 23 - Corpo, movimento, humanização e cuidado
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 23 - Corpo, movimento, humanização e cuidado

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 23 - PICS, perfil profissional e diferentes cenários de prática
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 23 - PICS, perfil profissional e diferentes cenários de prática

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 19 - Novas Mídias e Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 19 - Novas Mídias e Saúde

Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho Rural 1
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho Rural 1

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, ambiente e território
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, ambiente e território

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, saúde e estratégias de formação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, saúde e estratégias de formação

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.

Coordenadora: Vanira Matos Pessoa - FIOCRUZ CEARÁ (CE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 1 - Estudos com abordagens teóricas e metodológicas com diversos sujeitos em situação de vulnerabilidade
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 1 - Estudos com abordagens teóricas e metodológicas com diversos sujeitos em situação de vulnerabilidade

Coordenadora: Rackynelly Alves Sarmento Soares - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (PB)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 2 – Resistimos há 519 anos”: construção de conhecimentos a partir do bem viver e a luta por direitos dos povos indígenas em contexto de violações.
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 2 – Resistimos há 519 anos”: construção de conhecimentos a partir do bem viver e a luta por direitos dos povos indígenas em contexto de violações.

Coordenadora: Maria Luiza Garnelo Pereira - INSTITUTO LEÔNIDAS E MARIA DEANE (AM)
Coordenadora: Eliana Elisabeth Diehl - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (SC)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 25 - Pesquisar e Cuidar para Garantir a RP
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 25 - Pesquisar e Cuidar para Garantir a RP

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 25 - Renovando Estratégias Desistitucionalizantes
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 25 - Renovando Estratégias Desistitucionalizantes

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 26 - Tecnologias, Programas e Serviços de Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 26 - Tecnologias, Programas e Serviços de Saúde

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde e Narrativas de Si
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde e Narrativas de Si

Coordenadora: Anacely Guimarães Costa - IMS/UERJ (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde e Narrativas de Si
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 15 - Saúde e Narrativas de Si

Coordenador: Luís Augusto Vasconcelos da Silva - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 12 - Estudos de Mídias e Descolonização da Comunicação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 12 - Estudos de Mídias e Descolonização da Comunicação

Coordenadora: Jacinta de Fatima Senna da Silva - UDF /UNB (DF)
Coordenadora: Virgínia Carmem Rocha Bezerra - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (PE)
Roda de Debate
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 17 - Atenção Primaria em Saúde: Desafios para a Promoção da Equidade 1
Exposição Oral e Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 17 - Atenção Primaria em Saúde: Desafios para a Promoção da Equidade 1

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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Cuidado, responsabilidade coletiva e injustiça: O que estamos fazendo
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 8 - Cuidado, responsabilidade coletiva e injustiça: O que estamos fazendo

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Tecnologias Sociais e Outras Ferramentas no Enfrentamento da Vulnerabilidade na Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 35 - Tecnologias Sociais e Outras Ferramentas no Enfrentamento da Vulnerabilidade na Saúde

Coordenadora: Graça Marinho (Brasil)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e populações vulnerabilizadas
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e populações vulnerabilizadas

Coordenadora: Beatriz Brandão (Brasil)
Coordenadora: Maristela de Melo Moraes (Brasil)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 10 - Deficiência, políticas e bem viver
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 10 - Deficiência, políticas e bem viver

Coordenadora: Martha Cristina Nunes Moreira - IFF / FIOCRUZ (RJ)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 14 - Promoção da saúde do idoso, humanização e apoio psicossocial
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 14 - Promoção da saúde do idoso, humanização e apoio psicossocial

Coordenador: Renan Soares de Araújo - Universidade Federal da Paraíba (PB)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 2
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 2

Coordenadora: Fran Demétrio Silva Santos - UFRB (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN

Coordenadora: Michelle Cristina Rufino Maciel - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO (PE)
Coordenadora: Dinara Leslye Macedo e Silva Calazans - UFRN (RN)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e privação de liberdade
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 29 - Saúde e privação de liberdade

Coordenadora: Luciana Simas Chaves de Moraes - FIOCRUZ - ENSP (RJ)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Saúde da População Negra e Indígena: Expressões da Vulnerabilidade e do Racismo
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 35 - Saúde da População Negra e Indígena: Expressões da Vulnerabilidade e do Racismo

Coordenadora: Leny Trad - INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BA)
Coordenador: Leo Pedrana - INTITUTO DE SAUDE COLETIVA - ISC/UFBA (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Violência e Vulnerabilidade: Multiplas Dimensões e Grupos Afetados
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 35 - Violência e Vulnerabilidade: Multiplas Dimensões e Grupos Afetados

Coordenadora: Sandra Assis Brasil - UNEB (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Linguagens e Possibilidades de Repensar Processos de Formação no Campo da Saúde
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Linguagens e Possibilidades de Repensar Processos de Formação no Campo da Saúde

Coordenadora: Mônica Nunes - UFBA (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Saberes e Práticas Tradicionais em Saúde: Diálogos com a Cultura Popular
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Saberes e Práticas Tradicionais em Saúde: Diálogos com a Cultura Popular

Coordenadora: Vera Lucia de Azevedo Dantas - Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (CE)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Desafios das Lutas e Movimentos Sociais em Saúde em Contextos de Invisibilidades
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Desafios das Lutas e Movimentos Sociais em Saúde em Contextos de Invisibilidades

Coordenadora: Roseni Pinheiro - UERJ (RJ)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 8 - A efetividade do direito á saúde em meio à justiça social
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 8 - A efetividade do direito á saúde em meio à justiça social

Coordenador: Altair dos Santos - ABADFAL - ASS. BAIANA DAS PESSOAS COM DOENÇAS FALCIFORMES (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 8 - Cuidado em Saúde: Formação, Trabalho e Curriculum
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 8 - Cuidado em Saúde: Formação, Trabalho e Curriculum

Coordenadora: Rosimery Costa dos Santos - Secretaria de saúde do RECIFE / Pernambuco (PE)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 3 - Gestão e Controle Social
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 3 - Gestão e Controle Social

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 3 - Metodologia
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 3 - Metodologia

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 3 - Análise das Práticas
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 3 - Análise das Práticas

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 3 - Formação em Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 3 - Formação em Saúde

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 2 - Pesquisa Qualitativa em Saúde no Norte do Brasil: Uma Abordagem de Pesquisa Promotora de Equidade
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 2 - Pesquisa Qualitativa em Saúde no Norte do Brasil: Uma Abordagem de Pesquisa Promotora de Equidade

Abertura + Intervenção artística
Coordenadora: Rozilaine Redi Lago - UFAC (AC)
Coordenadora: Bruna Lima da Rocha - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE (AC)
Discussão
Síntese de reflexões e propostas do dia
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 7 - Os serviços de saúde e os adoecimentos de longa duração: práticas no hospital, no domicilio e na atenção básica
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 7 - Os serviços de saúde e os adoecimentos de longa duração: práticas no hospital, no domicilio e na atenção básica

Coordenadora: Reni Barsaglini - UFMT (MT)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 7 - Saúde Mental, estigmas e intersecções nos adoecimentos de longa duração
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 7 - Saúde Mental, estigmas e intersecções nos adoecimentos de longa duração

Coordenador: Edmilson Antunes de Campos - USP (SP)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 11 - Territorialidades e conflitos ambientais
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Territorialidades e conflitos ambientais

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 11 - Territorialidades e conflitos ambientais
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 11 - Territorialidades e conflitos ambientais

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 16 - Experiências e políticas de saúde reprodutiva
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 16 - Experiências e políticas de saúde reprodutiva

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 16 - Violência Obstétrica e outros saberes no cuidado da gestação e parto
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 16 - Violência Obstétrica e outros saberes no cuidado da gestação e parto

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, prevenção, diagnóstico e tratamento
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, prevenção, diagnóstico e tratamento

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 23 - Práticas Integrativas e Complementares: evidências de efetividade
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 23 - Práticas Integrativas e Complementares: evidências de efetividade

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 23 - Promoção da Saúde, Práticas Integrativas e Complementares e Educação Popular em Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 23 - Promoção da Saúde, Práticas Integrativas e Complementares e Educação Popular em Saúde

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 19 - Novas Mídias - Possibilidades
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 19 - Novas Mídias - Possibilidades

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 32 - Políticas de trabalho e gestão em saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 32 - Políticas de trabalho e gestão em saúde

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, saúde e estratégias de conhecimento
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho, saúde e estratégias de conhecimento

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: pesquisas, experiências e vivências na direção de um conhecimento emancipatório.

Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: Formação Crítica, Participação Social e Vigilância Popular
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: Formação Crítica, Participação Social e Vigilância Popular

Coordenadora: Ana Cláudia de Araújo Teixeira - FIOCRUZ CE (CE)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 2 – Resistimos há 519 anos”: construção de conhecimentos a partir do bem viver e a luta por direitos dos povos indígenas em contexto de violações.
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 2 – Resistimos há 519 anos”: construção de conhecimentos a partir do bem viver e a luta por direitos dos povos indígenas em contexto de violações.

Coordenadora: Maria Luiza Garnelo Pereira - INSTITUTO LEÔNIDAS E MARIA DEANE (AM)
Coordenadora: Eliana Elisabeth Diehl - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (SC)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 25 - Formação para o Cuidado em Liberdade
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 25 - Formação para o Cuidado em Liberdade

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 26 - Tecnologias, Programas e Serviços de Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 26 - Tecnologias, Programas e Serviços de Saúde

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação e Qualificação
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação e Qualificação

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 15 - Ciência e Educação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 15 - Ciência e Educação

Coordenador: Luís Augusto Vasconcelos da Silva - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 15 - Ciência e Educação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 15 - Ciência e Educação

Coordenadora: Anacely Guimarães Costa - IMS/UERJ (BA)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação e Qualificação
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação e Qualificação

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 12 - Práticas de Saúde, Comunicação e Direitos Humanos
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 12 - Práticas de Saúde, Comunicação e Direitos Humanos

Coordenador: Adriano de Lavor Moreira - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ) (RJ)
Coordenador: Flaviano Palmeira dos Santos - ANEPS (PE)
Roda de Debate e Tempo para Compartilhamentos e Intercâmbio de Interesses
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 27 - Processos Formativos Inovadores
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 27 - Processos Formativos Inovadores

Coordenadora: Ana Karenina de Melo Arraes Amorim - UFRN (RN)
Discussão
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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde

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15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 17 - Saude, Adoecimento e Morte de Mulheres e Crianças
Exposição Oral e Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 17 - Saude, Adoecimento e Morte de Mulheres e Crianças

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16:30 - 17:00 Atividade Cultural
Atividade Cultural
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
17:00 - 19:00 Debate Emergente
A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos
Debate Emergente
A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos

Paulo Henrique Novaes Martins de Albuquerque - UFPE (PE)
Clóvis Macuxi (RR)
Fernanda Lopes - NIKETCHE: TRANSFORMANDO REALIDADES (DF)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
19:00 - Atividade Cultural
Atividade Cultural


• Segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Horário Atividade Sala
08:30 - 10:30 Roda de Conversa
1 - A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos
Roda de Conversa
1 - A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos
CA-Bloco A -106
08:30 - 10:30 Roda de Conversa
2 - A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos
Roda de Conversa
2 - A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos
CA-Bloco A -105
08:30 - 10:30 Roda de Conversa
3 - A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos
Roda de Conversa
3 - A Perspectiva do Bem-Viver e a Defesa do SUS: Obstáculos na Atual Conjuntura e Perspectivas de Enfrentamentos
CA-Bloco A -103
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 11 - Conotações e Inadequações da Violência Obstétrica: Um Termo em Disputa
Mesa Redonda
MR 11 - Conotações e Inadequações da Violência Obstétrica: Um Termo em Disputa
Desde meados do século passado as mulheres denunciam que são submetidas a situações degradantes nas instituições de saúde no momento de dar à luz. Em diferentes épocas e regiões, essas situações foram e são nomeadas de maneiras distintas, incluindo termos como crueldade, abuso, desrespeito e maus-tratos. O termo violência obstétrica expandiu-se a partir da América Latina, onde há, inclusive, legislação que a tipifica como uma forma de violência contra a mulher. São abundantes os relatos de pesquisas, de movimentos sociais e da grande mídia acerca dos desrespeitos aos direitos reprodutivos da mulher e da desconsideração da gestação e do parto como experiências que extrapolam o corpo biológico. Tais fenômenos, reconhecidos nacional e internacionalmente, têm sido interpretados como uma forma de violência de gênero. Nesse contexto, pretende-se problematizar as conotações e inadequações da violência obstétrica, conforme apontadas por diferentes setores da sociedade, em especial as representações de classe e o Ministério da Saúde, que em despacho recente alegou que o termo “não agrega valor”. O Ministério alega que “estratégias têm sido fortalecidas para a abolição do seu uso”, despertando questionamentos sobre sua legitimidade para nomear uma experiência vivida por muitas mulheres. Adicionalmente, pergunta-se em que medida o apagamento do termo violência obstétrica poderia contribuir para a erradicação do problema. Articulada às abordagens do GT 33, esta mesa redonda contará com a participação de pesquisadoras sobre o tema, representante de movimento social de mulheres e, ainda, de professora da UFPA que coordenou projeto interdisciplinar de combate à violência obstétrica premiado pela Opas.

Coordenadora: Carmen Simone Grilo Diniz - Faculdade de Saúde Pública da USP (SP)
Expositora: Sonia Nussenzweig Hotimsky - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) (SP)
Expositora: Denise Yoshie Niy - PARTO DO PRINCÍPIO - MULHERES EM REDE PELA MATERNIDADE ATIVA (SP)
Expositora: Edna Abreu Barreto - Instituto de Ciência da Educação da Universidade Federal do Pará (PA)
CCHLA-AUD-411-Bloco IV (200 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 60 - Contribuições, Inovações e Impactos da Pesquisa em Antropologia da Saúde
Mesa Redonda
MR 60 - Contribuições, Inovações e Impactos da Pesquisa em Antropologia da Saúde
Esta mesa é uma proposta articulada pela Rede de Saúde do INCT Brasil Plural, com o objetivo de abordar diferentes dimensões das contribuições, inovações e impactos sociais da pesquisa antropológica no campo da saúde, em diálogo com as pesquisas em saúde coletiva. Nos últimos anos a antropologia da saúde tornou-se um campo consolidado de pesquisa no Brasil, articulando pesquisas etnográficas voltadas a práticas, itinerários terapêuticos e saberes locais, pesquisas com foco nas políticas públicas, no cotidiano de serviços e instituições, e pesquisas sobre o campo da biomedicina e dos saberes técnico-científicos em torno da saúde. A convergência dessas diferentes perspectivas potencializa a pesquisa etnográfica, sobretudo quando feita no que podemos denominar de zona de confluência entre práticas do Estado e políticas públicas, de um lado, e sujeitos sociais, práticas e saberes locais, de outro. No interior dos estudos sociais de saúde, a pesquisa antropológica marca sua especificidade através da etnografia, como método e como aporte teórico-conceitual e reflexivo, para a compreensão dos processos de adoecimento e cura a partir da experiência dos sujeitos, da efetividade e efeitos das políticas públicas em saúde através de uma abordagem do Estado (e suas práticas) visto “de baixo”, ou seja, na escala dos sujeitos, comunidades e populações envolvidas nessas políticas e seus diversos desdobramentos. A mesa pretende reunir diferentes perspectivas de pesquisa e atuação antropológicas no campo da saúde em uma reflexão que leve em consideração o contexto atual do país e os retrocessos recentes nas políticas de saúde e no SUS.

Coordenadora: Sônia Weidner Maluf - UFPB E UFSC (SC)
Expositora: Érica Quináglia Silva - UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (DF)
Expositora: Mônica Franch - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (PB)
Expositor: MARCOS AURÉLIO DA SILVA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO (MT)
CCHLA-AUD-412-Bloco IV (200 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 56 - Necropoder e Saúde em Contexto
Mesa Redonda
MR 56 - Necropoder e Saúde em Contexto
O contexto brasileiro marcado pelas desigualdades sócio étnico/raciais demanda análises críticas capazes de problematizar a histórica matriz de subalternização de determinadas populações. Pretende-se promover um debate entre agentes sociais que, a partir de diferentes espaços de fala, compartilham leituras de mundo a partir das lutas anticoloniais - nos registros da pesquisa, da vivência do corpo, do ativismo periférico e do exercício da docência, numa aposta em diálogos produtores de convergências analíticas contra hegemônicas. A noção de necropoder, enquanto lógica inerente do capitalismo/colonialismo, representa um poder desestruturador e de transformação do ‘mundo da vida’ num mundo da exploração-expropriação e da morte, em diversos registros: material, político, social e subjetivo, onde a questão racial atua de forma central nas dinâmicas das relações de poder. A assimetria na distribuição de poderes confere inúmeros privilégios de natureza política, econômica, social e epistemológica a uma dada noção de sujeito e cidadania, instituindo-se no imagético nacional e internacional o lugar “natural” dos sujeitos da periferia vinculado ao risco em diversificadas dimensões, com destaque ao padrão de adoecimento e morte que os diferencia do mundo ‘metropolitano’. Quando há a colagem da noção de risco na cartografia da colonialidade contemporânea, não apenas geopolítica, mas localizada no corpo, sendo esse corpo o negro, estão a serem produzidas bases de conformação de regimes políticos de exceção operados no modo necropolítico. Conformam-se, assim, práticas narrativas que naturalizam a violência, pois que ancoradas na destituição de humanidade do outro racializado: o “não-ser” (Fanon, 1968) e fundadas na noção ficcional do inimigo (Mbembe, 2018). O projeto da colonialidade em seu deslizamento à contemporaneidade neoliberal, carrega e preserva os elementos coloniais classificatórios do mundo, atualizando-os na dinâmica histórica, imprimindo vidas marcadas pelo ‘devir negro no mundo’ – expropriação, violência e morte (Mbembe, 2018). Por isso, se faz urgente e mais que necessário reconhecer uma ‘corpo-política’ em que o sentir-pensar-fazer estejam sempre presentes, além de restabelecer o ato de sonhar como possibilidade descolonial.

Coordenadora: Roberta Gondim - FIOCRUZ (RJ)
Expositora: Artemisa Odila Cande Monteiro - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira e Rede Internacional de Mulheres Africanas (Brasil)
Expositor: Fransérgio Goulart - Movimento de Favelas e o Fórum Grita Baixada (Brasil)
Expositor: Vico Dênis Sousa de Melo - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) (CE)
CA-AUD1-TÉRREO- (100 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 15 - Saúde nas Prisões: Uma Construção Compartilhada
Mesa Redonda
MR 15 - Saúde nas Prisões: Uma Construção Compartilhada
A proposta de reflexão e discussão acerca do tema da Saúde nas Prisões é relevante e atual, sob os pontos de vista acadêmico, sociocultural e político. Os convidados e a coordenação da mesa representam gestores, pesquisadores (de Fundações e Universidades) e movimentos sociais de egressos do sistema penitenciário, atendendo aos critérios da interregionalidade e interinstitucionalidade. Os participantes já estão envolvidos em outras atividades no Congresso e o debate reflete demandas de saúde no plano local, nacional e até global.
A pertinência temática vincula-se ao GT Sistema Penitenciário, Saúde e Violência no Brasil: uma luta coletiva por direitos, problematizando-se a garantia da universalidade do direito à saúde. Na implantação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional, identificam-se lacunas, desafios e possibilidades, que podem ser abordados a partir de diferentes olhares. Este diálogo crítico, reflexivo e construtivo, com base na apresentação de experiências e pesquisas poderá ser um dos caminhos para o fortalecimento do SUS na busca pela igualdade no respeito às diferenças.

Coordenadora: Cristiane Paulin Simon - UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM (MG)
Expositora: Alexandra Roma Sánchez - ENSP/FIOCRUZ (RJ)
Expositor: Cristiano Silva de Oliveira - ONG EUSOUEU- reflexos de uma vida na prisão (RJ)
CE-AUD-TÉRREO- (180 paxs)
08:30 - 10:30 Mesa Redonda
MR 14 - Desafios Atuais para Pesquisas com/sobre a Juventude
Mesa Redonda
MR 14 - Desafios Atuais para Pesquisas com/sobre a Juventude
Passada a fase pujante de estudos sobre juventude ocorrida no início dos anos 2000, houve o arrefecimento nessa linha de pesquisas. Entretanto, no decurso desse período tivemos o recrudescimento de questões políticas, sociais e econômicas que afetam os jovens. A crise econômica, a reestruturação do mundo do trabalho com o desemprego estrutural, o afrouxamento da solidariedade social e a escalada da violência urbana se somam ao blacklash do conservadorismo extremista, de base cristã, para compor um cenário de horizonte limitado de oportunidades e de condições mais precárias para os jovens de hoje. Paralelamente, temos acompanhado mudanças no ativismo e nas redes de sociabilidade com o ciberespaço, o florescimento de formas mais fluidas de viver a sexualidade e construir-se como corpo a-generificado. Essa geração, que constrói sua identidade em movimentos interseccionalizados, luta por direitos humanos da mulheres, negros, LGBTI+, é agora confrontada pelo momento político nacional (e internacional) por questões sociais que, se por um lado, pontuam retrocessos socioculturais, por outro, abrem espaço para a construção criativa do fazer política e renovação de bandeiras de luta. É no intuito de discutir apontamentos para pesquisas e intervenções sobre/com a juventude, que organizamos este painel.

Coordenadora: CRISTIANE DA - FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA - USP (SP)
Expositor: Carolina Barros - Instituto Papai (PE) (PE)
Expositora: Elaine Reis Brandão - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA/UFRJ (RJ)
Expositora: Daniela Riva Knauth - UFRGS (RS)
CCSA-AUD-TÉRREO-(180 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 41 - Contribuições da Perspectiva da Interseccionalidade e do Pensamento Decolonial ao Campo da Saúde Coletiva
Mesa Redonda
MR 41 - Contribuições da Perspectiva da Interseccionalidade e do Pensamento Decolonial ao Campo da Saúde Coletiva
Contribuições teórico-metodologógicas das Ciências Sociais e Humanas são importantes referenciais para a Saúde Coletiva. Recentemente, perspectivas contra-hegemônicas têm produzido aportes diante da necessidade de refletir como os marcadores sociais (classe, raça, gênero, geração, sexualidade entre outros) agem em combinação, (re)produzindo desigualdades em saúde. A interseccionalidade tem sido desenvolvida no Norte Global como referência epistêmica, perspectiva teórica e ferramenta metodológica para analisar desigualdades e opressões concretas imbricadas, bem como questões de justiça social, poder e governo, sendo também um instrumento de luta política. O pensamento decolonial, oriundo de epistemologias do Sul Global, problematiza a manutenção das condições colonizadas da epistemologia e propõe a necessária emancipação pela articulação inter e transdisciplinar entre cultura, política e economia.
É inegável suas contribuições para a Saúde Coletiva: no tocante ao debate teórico sobre a produção e manutenção das desigualdades em saúde; nas proposições metodológicas de abordagem qualitativa e-ou quantitativa; na prática reflexiva e política sobre o lugar de enunciação do/a intelectual-pesquisador para um fazer teórico de fato crítico e um agir no cuidado em saúde para além da biomedicina.
Os participantes da Mesa trarão um panorama da incorporação de tais perspectivas e suas potencialidades, em termos: do debate teórico-conceitual e dos estudos empíricos; na formulação e avaliação de políticas de saúde comprometidas com a justiça social; da integralidade do cuidado e do contexto de ensino e formação em Saúde Coletiva. A mesa proposta é uma efetiva contribuição para o debate sobre a produção de conhecimento e as práticas no campo da Saúde Coletiva.

Coordenadora: Fran Demétrio Silva Santos - UFRB (BA)
Expositora: Marcia Thereza Couto - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (SP)
Expositora: Andréa Fachel Leal - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (UFRGS) (RS)
Expositor: Marcos Antonio Ferreira do Nascimento - INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA/FIOCRUZ (RJ)
CCHLA-AUD-411-Bloco IV (200 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 42 - Educação Popular no Brasil: Histórico, Memórias e Agenda de Resistências
Mesa Redonda
MR 42 - Educação Popular no Brasil: Histórico, Memórias e Agenda de Resistências
No Brasil há um histórico de lutas e resistências populares para subsidiar uma educação que seja libertadora, melhores condições de trabalho e renda, avanços na assistência à saúde e, direito a vida. Desde a década de 70 profissionais de saúde insatisfeitos com as práticas autoritárias e das rotinas dos serviços oficiais desejosos de uma atuação mais significativa para as classes populares, criando experimentos e propostas de atenção à saúde bastante inseridas no meio popular, desenvolvendo um pensar em educação e saúde popular.
A partir do I Encontro Nacional de Educação Popular em Saúde, em 1991 na cidade de São Paulo, organizou-se em um espaço mais amplo para troca de experiencias e assim constituiu-se a Articulação Nacional da Educação Popular em Saúde e desde então, as práticas e saberes foram sendo aprimorados e sistematizados em favor da autonomia e participação das pessoas comuns e da interlocução dos conhecimentos, constituindo assim uma espécie de denominador comum das experiências inscritas sob a denominação de Educação Popular e Saúde, o sentido político-pedagógico de um fazer com o outro.
A relevância que a educação popular e saúde vem assumiu ao longo da trajetória necessitou da institucionalização das atividades de formação e à pesquisa, na criação do Grupo de Trabalho da ABRASCO. Neste momento busca-se o diálogo com seus pares para descrever o percurso no sentido de olhar sua história e estabelecer estratégias em uma agenda de resistências em defesa da vida, afirmando a saúde como um direito, assumindo a educação popular orientadora destas práticas.

Coordenadora: Sonia Acioli de Oliveira - FACULDADE DE ENFERMAGEM DA UERJ (RJ)
Expositor: Eymard Mourão Vasconcelos - REDE DE EDUCAÇÃO POPULAR E SAÚDE (PB)
Expositor: José Ivo Pedrosa - UFPI (PI)
Expositora: GISLEI - MST MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS (DF)
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 48 - Desigualdades na Indiferença? Ciências Humanas e Ética em Pesquisa no Contexto das Instâncias de Controle Social do Setor Saúde
Mesa Redonda
MR 48 - Desigualdades na Indiferença? Ciências Humanas e Ética em Pesquisa no Contexto das Instâncias de Controle Social do Setor Saúde
Com o objetivo de atender a uma demanda recente da diretoria da ABRASCO, relativa à convocação da associação para uma reunião na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa / CONEP, a Comissão de Ciências Sociais e Humanas em Saúde / CCSHS se reuniu, ponderando sobre a necessidade de maior debate acerca das relações político-institucionais entre elas, em convergência com seu Plano Diretor (2017-2019). Fruto dessa demanda, essa proposta de mesa redonda contando com a presença de representante de usuários em Comitê de Ética em Pesquisa / CEP que também é integrante de movimento social, estudioso da dinâmica dos CEPs e membro do GT Bioética da ABRASCO encontra-se em continuidade com outras 2 mesas redondas promovidas pela CCSHS em outros 2 congressos de saúde coletiva.
A CONEP compõe o Conselho Nacional de Saúde, instância de controle social do setor saúde, sendo responsável pela regulação dos estudos envolvendo seres humanos no Brasil, tendo como finalidade a proteção dos participantes de pesquisas e reunindo usuários do SUS com especialistas de áreas variadas - biomédicas, bioéticas e sociais, entre outras – em suas atividades. Uma dessas atividades foi o Grupo de Trabalho / GT CHS, integrado por representantes da ABRASCO e outras associações científicas, um de seus produtos tendo sido a elaboração de uma norma específica para regular a avaliação ética de pesquisas em CHS: a Resolução 510/2016. Apesar disso, o GT CHS foi extinto pela CONEP e a referida resolução nem sempre tem sido incorporada no processo avaliativo dos CEPs, embora conste como “complementar”.

Coordenador: Edmilson Antunes de Campos - USP (SP)
Expositora: Iracema Polidoro - APACOJUM (Brasil)
Expositor: SERGIO TAVARES DE ALMEIDA REGO - FIOCRUZ (RJ)
Expositor: Rui Massaro Harayama - UFOPA (PA)
CCHLA-AUD-412-Bloco IV (200 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 57 - Violência Contra a População LGBTI+ no Brasil: Avanços, Retrocessos, Resistências e Desafios
Mesa Redonda
MR 57 - Violência Contra a População LGBTI+ no Brasil: Avanços, Retrocessos, Resistências e Desafios
A violência impacta de modo diferente os distintos grupos populacionais, particularmente aqueles em situação de maior vulnerabilidade. Dentre esses grupos, destaca-se a população LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais, mais). Atualmente, o Brasil é o país que mais registra homicídios contra pessoas LGBTI+ no planeta, sendo o homicídio apenas o ápice desse problema. Diversas outras formas de violência, que vão desde piadinhas e bullying nas escolas contra estudantes que fogem ao padrão heteronormativo, até o estupro corretivo e coletivo de mulheres lésbicas, configuram-se em afronta aos direitos humanos e impactam diretamente na saúde desse grupo. Nesta mesa, a partir de perspectivas teóricas dos estudos de gênero em sua interseccionalidade com os estudos de raça/cor e violência, serão abordadas questões específicas relacionadas às LGBTI+fobias (homofobia, lesbofobia, bifobia, transfobia, interfobia). Diante de lacunas do registro dessas violências, será dada ênfase na análise dos dados de violência contra pessoas LGBTI+ do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) de todo país, buscando retratar um panorama das especificidades regionais do Brasil. Será apresentado o Boletim de Violências que está sendo elaborado pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. Também serão abordados avanços e retrocessos na conjuntura atual, bem como a necessidade de articulação intersetorial para prevenção do problema e cuidado das vítimas, que inclui desde a capacitação de profissionais dos serviços de saúde até os serviços de segurança pública, perpassando por estratégias de prevenção primária à violência nas escolas.

Expositor: Maurício Polidoro - INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (RS)
Expositor: Marcos Claudio Signorelli - UFPR (PR)
CCSA-AUD-TÉRREO-(180 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 23 - Profissões da Saúde, Informação e Debate Político: Que Fazer em Tempos de Fakenews?
Mesa Redonda
MR 23 - Profissões da Saúde, Informação e Debate Político: Que Fazer em Tempos de Fakenews?
Vivenciamos tempos de massivo fluxo de disseminação de informações e ideias, potencializado pela utilização de mídias sociais da internet. Esta informação, mesmo a que é produzida a partir de critérios factuais verificáveis e de fontes fiéis, nem sempre é lida e incorporada de modo crítico. O fenômeno das “bolhas midiáticas”, que limita a comunicação dos grupos em torno ideias e opiniões similares, aliado à formação política desqualificada ou inexistente de estudantes e profissionais estimula o pensamento único e dificulta o debate plural torno dos projetos de sociedade e de saúde. Na “guerra informacional” atual, princípios éticos foram substituídos por processos de manipulação, por meio sobretudo da divulgação das chamadas “fakenews”, cujo objetivo é o de divulgar inverdades factuais e de ideias como argumentos em favor de visões de mundo e sociedade ultraconservadores, e de interesses políticos e pessoais escusos.
À luz da atual conjuntura política brasileira, de ameaça às conquistas e à pluralidade de ideias e culturas, propõe-se um debate, a partir de algumas perspectivas profissionais, sobre o desafio de superar a polarização e a negação do debate político no cotidiano de vida e trabalho. Pretende-se que cada expositor apresente uma perspectiva a respeito de como seu campo profissional integra o debate político nacional e local, considerando as práticas profissionais como práticas sociais que contribuem para afirmar projetos de sociedade em disputa. Espera-se que a discussão da temática gere respostas potenciais e reais sobre como podem as profissões contribuir para enfrentar tempos de obscurantismo e retrocessos sociais.

Coordenadora: Maria Rocineide Ferreira - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ (CE)
Expositora: Helena Maria Scherlowski Leal David - UERJ (RJ)
Expositora: Paulette Cavalcanti de Albuquerque - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES - FIOCRUZ PE (PE)
Expositora: Ana Claudia Cavalcanti Peixoto de Vasconcelos - UFPB (PB)
CA-AUD1-TÉRREO- (100 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 62 - O Desafio da Formação Profissional e da Pesquisa em PICS e Promoção da Saúde
Mesa Redonda
MR 62 - O Desafio da Formação Profissional e da Pesquisa em PICS e Promoção da Saúde
Esta proposta é produto da articulação de dois GT da Abrasco - Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas e Complementares (RM-PICs) e Promoção da Saúde e Desenvolvimento Sustentável (PSDS). Reflete a intenção de ampliar a integração dessas áreas de atuação na pesquisa e formação profissional, e suas atuações no cuidado, gestão, controle social, movimentos e redes sociais e institucionais em saúde.
São áreas com políticas nacionais específicas que vivenciam espaços de interface e colaboração em diferentes níveis e vinculadas as IES com a formação e desenvolvimento de pesquisas, alem de territórios do cuidado. Busca-se, entretanto, avançar na reflexão sobre os pontos de interface e sinergia, de forma a agregar potência à atuação conjunta e ao enfrentamento comum de desafios colocados na atual conjuntura. A mesa redonda ora proposta para este 8º Congresso de CSHS é uma oportunidade para refletir, estimular e aprimorar a integração no sentido de viabilizar um planejamento estratégico para agenda de atuação comum em relação a formação e pesquisa das temáticas.

Coordenadora: Dais Rocha - UNB (DF)
Expositora: Ronice M P Franco de Sá - UFPE (PE)
Expositora: Simone Maria Leite - ANEPS (SE)
CE-AUD-TÉRREO- (180 paxs)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 46 - Avaliação como Dispositivo para Melhoria das Políticas Públicas de Saúde
Mesa Redonda
MR 46 - Avaliação como Dispositivo para Melhoria das Políticas Públicas de Saúde
A presente proposta visa, por meio de três pesquisas avaliativas que tiveram como objeto políticas públicas de saúde implementadas no âmbito do SUS, apresentar o processo de construção e envolvimento de atores na produção e translação de conhecimento. A ideia central desta mesa é aprofundar a reflexão e o debate sobre a avaliação como um dispositivo, um agir político de produção de mudanças na intervenção em questão e no contexto, valorizando o potencial da abordagem participativa na construção de produtos mais úteis e situados no contexto dos envolvidos. Ou seja, o debate teórico se constitui com base em dados empíricos e estará centrado não somente nos pilares que sustentam a construção da avaliação em si, mas sobretudo no como garantir o seu uso e registrar a sua contribuição, as suas influencias para a mudança do problema que justificou a sua existência. Como parte do ciclo de vida de qualquer intervenção, essa tem sido uma pergunta muito frequente no espaço da academia e da gestão: qual de fato tem sido a contribuição da avaliação de políticas e programas de saúde para a produção da qualidade dos serviços e mudanças na vida da população? Importante deixar claro que essa não é uma pergunta fácil de se responder e nem tampouco temos a pretensão de responde-la. No entanto, o esforço é de a partir dos resultados das pesquisas, em questão, ter uma aproximação da resposta a partir de três diferentes experiências em menor escala.

Coordenadora: Marly Marques da Cruz - ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA SERGIO AROUCA (RJ)
Expositora: Carolina Dutra Degli Esposti - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (ES)
Expositora: Sonia Lacerda - Movimento de Mulheres e da Saúde de João Pessoa (PB)
Expositora: Santuzza Arreguy Silva Vitorino - ENSP-FIOCRUZ (RJ)
REITORIA-AUD (350 pax)
10:30 - 12:00 Mesa Redonda
MR 65 - As Contribuições do Nordeste para a Saúde Coletiva e o SUS: Histórias e Perspectivas
Mesa Redonda
MR 65 - As Contribuições do Nordeste para a Saúde Coletiva e o SUS: Histórias e Perspectivas

Coordenador: Ernande Valentin do Prado - CENTRO DE FORMAÇÃO EM RECURSO HUMANOS DA PARAÍBA CEFOR-/PBH (PB)
Expositor: Andre Luis Bonifacio de Carvalho - UFPB (PB)
Expositora: Roseni Pinheiro - UERJ (RJ)
Expositor: Cipriano Maia de Vasconcelos (RN)
CA-AUD2-TÉRREO- (100 paxs)
13:30 - 16:30 Grupos Temáticos
Grupos Temáticos
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e contextos vulnerabilizantes
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 9 - Drogas e contextos vulnerabilizantes

Coordenadora: Beatriz Brandão (Brasil)
Coordenadora: Maristela de Melo Moraes (Brasil)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 10 - Atenção primária e sentidos da deficiência
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 10 - Atenção primária e sentidos da deficiência

Coordenadora: Anahi Guedes de Mello - UFSC (SC)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 14 - Extensão e serviços de saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 14 - Extensão e serviços de saúde

Coordenador: Renan Soares de Araújo - Universidade Federal da Paraíba (PB)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 3
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 3

Coordenadora: Yeimi Alexandra Alzate López - INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA UFBA (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN

Coordenadora: Dinara Leslye Macedo e Silva Calazans - UFRN (RN)
Coordenadora: Vanille Valério Barbosa Pessoa Cardoso - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE (PB)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 29 - Violência, assistência à saúde e acesso ao trabalho
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 29 - Violência, assistência à saúde e acesso ao trabalho

Coordenadora: Cristiane Paulin Simon - UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - UFTM (MG)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Condições ou Doenças Crônicas e Infecciosas: Repercussões e Enfrentamentos
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 35 - Condições ou Doenças Crônicas e Infecciosas: Repercussões e Enfrentamentos

Coordenadora: Sara Emanuela de Carvalho Mota - MINISTERIO DA SAÚDE (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 35 - Migrantes, Refugiados, População de Rua e Outros Grupos Vulneráveis
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 35 - Migrantes, Refugiados, População de Rua e Outros Grupos Vulneráveis

Coordenadora: Lilian Vieira Magalhães (Brasil)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Arte e Saúde: Polifonias na Produção do Bem Vier
Ampliando Linguagens
Grupos Temáticos
GT Ampliando Linguagens - Arte e Saúde: Polifonias na Produção do Bem Vier

Coordenadora: Mônica Nunes - UFBA (BA)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Medicina, Médicos e Direito à Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 8 - Medicina, Médicos e Direito à Saúde

Coordenadora: Lilia B Lima Schraiber - USP FACULDADE DE MEDICINA (SP)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 8 - Acolhimento, Periferia e Integralidade
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 8 - Acolhimento, Periferia e Integralidade

Coordenador: José Carlos da Silva - UFPE (PE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 3 - Formação em Saúde

Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 3 - Formação em Saúde
Este grupo reúne experiências e análises no campo da formação em saúde em consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, agrupando trabalhos que abrangem metodologias inovadoras de formação em saúde, educação permanente, a relação ensino-serviço-comunidade, dentre outros aspectos primordiais para a formação no SUS. Espera-se, a partir dos debates, qualificar as análises dos processos formativos a partir da perspectiva da Análise Institucional.

Coordenador: Jandesson Mendes Coqueiro - UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI (MG)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 2 - Políticas Públicas em Saúde na região amazônica: acesso, equidade e outros destaques
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 2 - Políticas Públicas em Saúde na região amazônica: acesso, equidade e outros destaques

Abertura + Intervenção artística
Coordenador: Joao Tadeu de Andrade - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARA (CE)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 7 - Cuidado em adoecimentos e condições crônicas complexas
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 7 - Cuidado em adoecimentos e condições crônicas complexas

Coordenadora: Waleska de Araújo Aureliano - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UERJ) (RJ)
Discussão
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13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 16 - Experiências e políticas de saúde reprodutiva
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 16 - Experiências e políticas de saúde reprodutiva

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, ativismos e subjetividades
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids, ativismos e subjetividades

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 23 - PICS e cuidado na Atenção Primária
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 23 - PICS e cuidado na Atenção Primária

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 23 - Construção do bem viver com EdPop Saúde e PICS
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 23 - Construção do bem viver com EdPop Saúde e PICS

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 19 - Novas mídias e Promoção da Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 19 - Novas mídias e Promoção da Saúde

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho Rural 2
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho Rural 2

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Saúde e precarização social do trabalho
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Saúde e precarização social do trabalho

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 32 - Produção de saúde, acidentes e agravos no trabalho
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 32 - Produção de saúde, acidentes e agravos no trabalho

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: Formação Crítica, Participação Social e Vigilância Popular
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: Formação Crítica, Participação Social e Vigilância Popular

Antonio Edvan Florêncio - ANEPS (CE)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: Pesquisa, Participação Social e Vigilância Popular
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 1 - Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas: Pesquisa, Participação Social e Vigilância Popular

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 3 – Sistemas de Saúde e Tradições de Cura no Brasil: descolonização de saberes e práticas emancipatórias.
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 3 – Sistemas de Saúde e Tradições de Cura no Brasil: descolonização de saberes e práticas emancipatórias.

Coordenadora: Diadiney Helena de Almeida - PREFEITURA MU NICIPAL DO RIO DE JANEIRO (RJ)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 3 – Sistemas de Saúde e Tradições de Cura no Brasil: descolonização de saberes e práticas emancipatórias.
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 3 – Sistemas de Saúde e Tradições de Cura no Brasil: descolonização de saberes e práticas emancipatórias.

Discussão:
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 26 - Biografia, Efeitos e Éticas de Tecnologias de Saúde: da Produção à Publicização
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 26 - Biografia, Efeitos e Éticas de Tecnologias de Saúde: da Produção à Publicização

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação e Qualificação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Formação e Qualificação

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 15 - Violência, Preconceito e Discriminação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 15 - Violência, Preconceito e Discriminação

Coordenador: Laio Magno Santos de Sousa - Universidade do Estado da Bahia (UNEB) (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Atores Sociais, Práticas e Cuidado em Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 28 - Saúde, Currículo, Formação: Experiências, Vivências, Aprendizados e Resistência Sobre Raça, Etnia, Gênero e Seus (Des)Afetos: Atores Sociais, Práticas e Cuidado em Saúde

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 12 - Direitos Humanos e Descolonização da Comunicação
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 12 - Direitos Humanos e Descolonização da Comunicação

Coordenador: Gil Sevalho - ENSP SERGIO AROUCA/FIOCRUZ (RJ)
Roda de Debate e Tempo para Compartilhamentos e Intercâmbio de Interesses
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 27 - Cuidado em Saúde Mental e Família
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 27 - Cuidado em Saúde Mental e Família

Discussão
[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde- exposição oral 1
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde- exposição oral 1

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-exposição oral 3
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-exposição oral 3

[acessar trabalhos]
13:30 - 15:00 Grupos Temáticos
GT 17 - Gêero,Iiniquidades e Saúde Mental
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 17 - Gêero,Iiniquidades e Saúde Mental

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 14 - Diferentes abordagens da e na Extensão
Comunicação Breve ou Oficina
Grupos Temáticos
GT 14 - Diferentes abordagens da e na Extensão

Coordenador: Vinício Oliveira da Silva - UFPR (PR)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 4
Comunicação Breve ou Oficina
Grupos Temáticos
GT 21 - Itinerários terapêuticos: vulnerabilidade(s), interseccionalidade(s) e experiências de luta pelo direito à saúde no e para além do SUS 4

Coordenadora: Yeimi Alexandra Alzate López - INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA UFBA (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN
Comunicação Breve ou Oficina
Grupos Temáticos
GT 31 - Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional - SSAN e os povos e comunidades tradicionais: concepções e experiências em diálogo com o SISAN

Coordenadora: Vanille Valério Barbosa Pessoa Cardoso - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE (PB)
Coordenadora: Dinara Leslye Macedo e Silva Calazans - UFRN (RN)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Condições ou Doenças Crônicas e Infecciosas: Repercussões e Enfrentamentos
Comunicação Breve ou Oficina
Grupos Temáticos
GT 35 - Condições ou Doenças Crônicas e Infecciosas: Repercussões e Enfrentamentos

Coordenadora: Sara Emanuela de Carvalho Mota - MINISTERIO DA SAÚDE (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 35 - Migrantes, Refugiados, População de Rua e Outros Grupos Vulneráveis
Comunicação Breve ou Oficina
Grupos Temáticos
GT 35 - Migrantes, Refugiados, População de Rua e Outros Grupos Vulneráveis

Coordenadora: Lilian Vieira Magalhães (Brasil)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 8 - Espaço, Saúde e a Autonomia no Cuidado
Comunicação Breve ou Oficina
Grupos Temáticos
GT 8 - Espaço, Saúde e a Autonomia no Cuidado

Coordenadora: Marcia Pereira Alves dos Santos - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (RJ)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 8 - Territórios Vivos: Saúde em Movimentos
Comunicação Breve ou Oficina
Grupos Temáticos
GT 8 - Territórios Vivos: Saúde em Movimentos

Coordenadora: Rosimery Costa dos Santos - Secretaria de saúde do RECIFE / Pernambuco (PE)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 2 - Pesquisa qualitativa em saúde: A construção de diálogos de territórios
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 2 - Pesquisa qualitativa em saúde: A construção de diálogos de territórios

Abertura + Intervenção artística
Discussção
Síntese de reflexões e propostas do dia
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 7 - Adoecer por câncer, espiritualidade e velhice no contexto da cronicidade
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 7 - Adoecer por câncer, espiritualidade e velhice no contexto da cronicidade

Coordenador: Edmilson Antunes de Campos - USP (SP)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 16 - Gênero, Sexualidade e Diversidade Sexual
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 16 - Gênero, Sexualidade e Diversidade Sexual

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids e suas intersecções
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 20 - IST/HIV/Aids e suas intersecções

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 23 - As Práticas de Cuidado no Olhar da Saúde Popular e Movimentos Sociais
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 23 - As Práticas de Cuidado no Olhar da Saúde Popular e Movimentos Sociais

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 19 - Comunicação Institucional
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 19 - Comunicação Institucional

Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho em saúde e estratégias de formação
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 32 - Trabalho em saúde e estratégias de formação

Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 3 – Sistemas de Saúde e Tradições de Cura no Brasil: descolonização de saberes e práticas emancipatórias.
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 36 - Eixo 3 – Sistemas de Saúde e Tradições de Cura no Brasil: descolonização de saberes e práticas emancipatórias.

Coordenadora: Diadiney Helena de Almeida - PREFEITURA MU NICIPAL DO RIO DE JANEIRO (RJ)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 26 - Biografia, Efeitos e Éticas de Tecnologias de Saúde: da Produção à Publicização
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 26 - Biografia, Efeitos e Éticas de Tecnologias de Saúde: da Produção à Publicização

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 15 - Violência, Preconceito e Discriminação
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 15 - Violência, Preconceito e Discriminação

Coordenador: Laio Magno Santos de Sousa - Universidade do Estado da Bahia (UNEB) (BA)
Discussão
[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 12 - Horizontes e Trajetos na Descolonização da Comunicação na Saúde
Oficina
Grupos Temáticos
GT 12 - Horizontes e Trajetos na Descolonização da Comunicação na Saúde

Coordenadora: Inesita Soares de Araujo - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (RJ)
Introdução e Sistemática de Funcionamento
Mobilização dos Sentidos
Trabalho Individual ou em Grupo
Compartilhamento das Ideias e Propostas
Avaliação Coletiva das Ideias e Propostas
Sistematização e Formulação de uma Proposta Coletiva
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde
Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 6 - Cidade, Subjetividade e Práticas em Saúde

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-exposição oral 2
Exposição Oral
Grupos Temáticos
GT 5 - As interfaces entre os Movimentos Sociais e o Sistema Único de Saúde: legitimidade, defesa e construção do direito à saúde-exposição oral 2

[acessar trabalhos]
15:00 - 16:30 Grupos Temáticos
GT 17 - Iniquidades em Saúde: Análise de Trajetórias de Vida, Formas Sistemáticas de Adoecimento e Intervenções Sobre os Seus Determinantes.
Exposição Oral e Comunicação Breve
Grupos Temáticos
GT 17 - Iniquidades em Saúde: Análise de Trajetórias de Vida, Formas Sistemáticas de Adoecimento e Intervenções Sobre os Seus Determinantes.

[acessar trabalhos]
16:30 - 17:00 Atividade Cultural
Atividade Cultural
CCHLA-Tenda Palmira Lopes
17:00 - 19:00 Plenária de Encerramento
Plenária de Encerramento
CCHLA-Tenda Palmira Lopes


Fique atento às
datas principais


13

setembro

2019

Terceiro vencimento para inscrições com desconto! Aproveite!

local do evento

Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Campus Central

A Universidade Federal da Paraíba é reconhecida pela sua excelência no ensino e em pesquisas tecnológicas e, atualmente, encontra-se entre as melhores Universidades da América Latina.

Campus I - Lot. Cidade Universitaria, João Pessoa - PB, 58051-900